Educación del campo en áreas insulares: rompiendo com la pedagogía colonizadora a través de los temas generadores
DOI:
https://doi.org/10.28998/2175-6600.2026v18n40.19526Palabras clave:
Educación del campo, Pedagogía colonizadora, Temas generadores, Insularidad, Saberes tradicionalesResumen
Este artículo analiza prácticas pedagógicas innovadoras adoptadas en la Educación del Campo en áreas insulares, con un enfoque específico en las islas de Guaraqueçaba, Paraná, Brasil. Basado en una metodología participativa y crítica de investigación-acción, el estudio examina la aplicación de los temas generadores de Paulo Freire como una estrategia para enfrentar y superar modelos pedagógicos históricamente colonizadores. A través de la integración de los saberes tradicionales caiçaras en el currículo escolar formal, se destacaron tres prácticas educativas principales: la Roça de Mutirão (agricultura colectiva), la pesca artesanal y la medicina tradicional. Estas iniciativas fueron fundamentales para fortalecer la identidad cultural de los estudiantes, estimular su participación activa en el proceso educativo y promover un aprendizaje significativo y transformador. Los resultados destacan la importancia de enfoques pedagógicos que reconozcan y valoren la diversidad cultural y territorial de las comunidades rurales e insulares, subrayando la urgencia de políticas públicas educativas que fomenten la inclusión, el diálogo intercultural y el fortalecimiento de las identidades locales.
Descargas
Citas
ARROYO, Miguel. Currículo, território e desterritorialização. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.
ARROYO, Miguel. Currículo, território e desterritorialização. In: MOLINA, Mônica C.; HAGE, Salomão A. S. (orgs.). Educação do campo: diferenciação pedagógica e justiça curricular. Brasília: INEP/MEC, 2012.
ARROYO, Miguel. Ensino médio e educação do campo. In: MOLINA, Mônica Castagna; JESUS, Sônia Meire Santos de (org.). Por uma educação do campo: contribuições para a construção de um projeto de educação do campo. Brasília: Articulação Nacional Por uma Educação do Campo, 2007.
ARROYO, Miguel. Ofício de mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis: Vozes, 2004.
ATHAYDE, Simone. Etnoconhecimento e gestão socioambiental participativa em unidades de conservação da Amazônia brasileira. Tese (Doutorado em Antropologia) – Universidade da Flórida, 2018.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2011.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. 30. ed. São Paulo: Brasiliense, 2002.
CALDART, Roseli Salete. Pedagogia do Movimento Sem Terra: escola e formação humana. São Paulo: Expressão Popular, 2012.
D’AMBROSIO, Ubiratan. Educação para uma sociedade em transição. 2. ed. Campinas: Autores Associados, 2004.
DIEGUES, Antonio Carlos. Saberes tradicionais e biodiversidade no Brasil. São Paulo: Editora da USP, 2000.
FRANCO, Maria Amélia Santoro. Pedagogia da pesquisa-ação. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2005.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez, 1987.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1970.
GADOTTI, Moacir. Educação e diversidade cultural. In: UNESCO. Diversidade cultural: um desafio para a educação no século XXI. Brasília: UNESCO, 2008.
GADOTTI, Moacir. Educação popular: utopia latino-americana. São Paulo: Cortez, 2000.
GADOTTI, Moacir. Paulo Freire e a educação popular. Proposta, Rio de Janeiro, v. 31, n. 113, p. 21-27, jul./set. 2007. Disponível em: https://acervo.paulofreire.org/handle/7891/2886. Acesso em: 2 abr. 2025.
HAGE, Salomão. Educação do campo no Brasil: desafios para a formação de professores. In: MOLINA, Mônica C.; HAGE, Salomão (orgs.). Educação do campo: diferenciação pedagógica e justiça curricular. Brasília: INEP/MEC, 2014.
LEITÃO, Carla; ATHAYDE, Simone. Práticas tradicionais e plantas medicinais na educação intercultural. Revista Brasileira de Educação Ambiental, São Paulo, v. 13, n. 1, p. 42-59, jan./jun. 2018.
MOLINA, Mônica Castagna. Educação do campo e diversidade cultural. In: GENTIL, Denise (org.). Educação e diversidade cultural. Brasília: INEP/MEC, 2015.
MOURA, Moema de Poli Teixeira. Educação ambiental e comunidades tradicionais: práticas de resistência e saberes locais. Revista Educação & Sociedade, Campinas, v. 38, n. 139, p. 287-305, 2017.
ROSSETTI-FERREIRA, Maria Clotilde et al. Caminhos investigativos II: perspectivas qualitativas em pesquisa-intervenção. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2010.
SANTOS, Boaventura de Sousa. A crítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2009. Disponível em: https://www.academia.edu/38061688/A_crítica_da_razão_indolente_contra_o_desperdício_da_experiência. Acesso em: 2 abr. 2025.
SANTOS, Boaventura de Sousa. A universidade no século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da universidade. São Paulo: Cortez, 2010.
SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3. ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2015. Disponível em: https://docs.google.com/file/d/0B8jeXMvFHiD-UDNPRC1IWWdabHM/edit?usp=sharing. Acesso em: 2 abr. 2025.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 18. ed. São Paulo: Cortez, 2011. Disponível em: https://marcosfabionuva.com/wp-content/uploads/2018/08/7-metodologia-da-pesquisa-ac3a7c3a3o.pdf. Acesso em: 2 abr. 2025.
VYGOTSKY, Lev S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 1991. Disponível em: https://oportuguesdobrasil.files.wordpress.com/2015/02/a-formac3a7c3a3o-social-da-mente.pdf. Acesso em: 2 abr. 2025.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Debates em Educação

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Neste tipo de licença é permitido Compartilhar (copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato) e Adaptar (remixar, transformar, e criar a partir do material). Deverá ser dado o crédito apropriado , prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas . O conteúdo não pdoerá ser utilizado para fins comerciais .
Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional Creative Commons Attribution 4.0 (CC BY-NC 4.0).