Las corporalidades y estéticas negras en el espacio cultural Abí Axé Egbé como forma de resistencia al racismo
DOI:
https://doi.org/10.66910/rchc.v8i1.20833Palabras clave:
Corporeidad, raza, racismo, Abí Axé EgbéResumen
El objetivo principal de este trabajo fue estudiar cómo los hombres y mujeres negros que forman parte del Grupo de Cultura Negra del Sertão Abí Axé Egbé de la Universidad Federal de Alagoas, en Delmiro Gouveia, perciben y expresan sus corporalidades y estéticas negras como forma de resistencia al racismo. Para ello, esta investigación se basó en los conceptos de corporalidad (Petry Trapp, 2023), negritud (Munanga, 2012) y racismo (Gomes, 2002 y Almeida, 2020). La metodología de la investigación se basó en la observación participante con un enfoque cualitativo, fundamentada en una revisión bibliográfica y en la investigación documental en páginas web vinculadas al Grupo Cultural; como instrumentos de investigación se utilizaron la entrevista al coordinador y la aplicación de un cuestionario, disponible a través de la herramienta Google Forms, a los miembros de dicho grupo. A partir de ahí, se elaboraron categorías de análisis como estrategia interpretativa para comprender la actuación de este grupo promotor de una Educación para las relaciones étnico-raciales (ERER) y su relación con el cuerpo. Consideramos que el trabajo permitirá reflexionar sobre la corporeidad negra en el Brasil contemporáneo al destacar las ideas, las propuestas y las acciones artísticas y culturales de este grupo, especialmente en la lucha contra el racismo.
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