Jazz: la voz trans en la literatura infantil ilustrada norteamericana
DOI:
https://doi.org/10.28998/2175-6600.2026v18n40.21171Palabras clave:
literatura infantil, Lengua inglesa, personaje infantis transgéneraResumen
Desde la década de 1970, la literatura infantil en lengua inglesa ha ampliado su repertorio temático al incorporar narrativas que abordan distintas dimensiones de la diversidad cultural y social. Las cuestiones de género, por ejemplo, han recibido una creciente atención por parte del mercado editorial, de la crítica especializada y del público lector. En este contexto, el presente estudio, de carácter bibliográfico y exploratorio, tiene como objetivo analizar la obra I Am Jazz, escrita por Jazz Jennings y Jessica Herthel, con ilustraciones de Shelagh McNicholas (2014). Se busca examinar la representación de la identidad trans en la infancia, prestando especial atención a los estereotipos de género y a la manera en que las relaciones sociales y las negociaciones vividas por la protagonista se construyen mediante la articulación entre texto e imagen. El marco teórico se fundamenta en autores como Butler (2015), Meadow (2018), Hill (2020), Favero (2020), Madalena (2021), entre otros. El análisis pone de manifiesto que la obra, escrita por una autora trans, contribuye a la construcción de una narrativa que amplía las posibilidades de identificación y reconocimiento para las niñas y los niños trans frente a una sociedad todavía fuertemente estructurada por concepciones normativas del género.
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