Vidas en lucha: desafíos, experiencias y prejuicios que viven las mujeres trans en prostitución
DOI:
https://doi.org/10.28998/2175-6600.2025v17n39pe18775Palabras clave:
Identidad social, Vulnerabilidad social, Mujeres TransgéneroResumen
La prostitución, como fenómeno social, impone desafíos específicos a la construcción de identidades, especialmente en relación con mujeres transgénero. Los estigmas, la marginalización y la exclusión social moldean tanto la forma en que estas mujeres se perciben a sí mismas como la manera en que son percibidas por la sociedad. Este estudio tuvo como objetivo comprender las percepciones, experiencias y estrategias de afrontamiento de mujeres transgénero involucradas en la prostitución. Se adoptó un enfoque exploratorio, descriptivo y cualitativo, aplicando cuestionarios a 20 mujeres transgénero en los municipios de Goiânia y Aparecida de Goiânia, Brasil. El análisis de los datos reveló que la prostitución impacta significativamente en la construcción de la identidad social de estas mujeres, reforzando vulnerabilidades marcadas por transfobia, racismo y exclusión educativa y laboral. No obstante, también se identificaron formas de resistencia, resignificación y elaboración de proyectos de futuro, evidenciando la agencia posible incluso en contextos de precariedad. Los resultados subrayan la necesidad de políticas públicas inclusivas e interseccionales, así como de cambios socioculturales que deconstruyan los estigmas y promuevan el reconocimiento pleno de la dignidad de las mujeres transgénero.
Descargas
Citas
ANTRA. Dossiê: assassinatos e violências contra travestis e transexuais brasileiras em 2023. Brasília, DF: ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), 2023. Disponível em: https://antrabrasil.org/wpcontent/uploads/2023/01/dossieantra2023.pdf. Acesso em: 28 out. 2024.
ARAÚJO, C. C. Bixa travesty e a expressão trans e travesti negra no audiovisual brasileiro. 2024. 45 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Comunicação Social - Audiovisual) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2024.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.
BATISTA, S. M. et al. Jornada Trans: um estudo acerca da trajetória de travestis e mulheres transexuais no mercado de trabalho do Recife. Perspectivas Contemporâneas, v. 15, n. 2, p. 144-166, 2020.
BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012: diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasília: Ministério da Saúde, 2012. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf. Acesso em: 29 ago. 2025.
BENEVIDES, B.; NOGUEIRA, S. N. B. Dossiê dos assassinatos e da violência contra travestis e transexuais brasileiras em 2020. São Paulo: Expressão Popular; ANTRA; IBTE, 2021. Disponível em: https://antrabrasil.files.wordpress.com/2021/01/dossie-trans-2021-29jan2021.pdf. Acesso em: 16 out. 2024.
BENTO, B. A reinvenção do corpo: sexualidade e gênero na experiência transexual. Salvador: Devires, 2019.
BUTLER, Judith. Undoing Gender. New York: Routledge, 2004.
COLOGNESE, M. M. F.; BUDÓ, M. de N. Limites e possibilidades da criminologia crítica nos estudos dos crimes dos Estados e dos mercados. Revista de Direitos e Garantias Fundamentais, v. 19, n. 1, p. 55-90, 2018.
FELICIANO, K. O. Orgulho de ser travesti: a ressignificação da identidade social travesti como estratégia de resistência. Cadernos Humanidades em Perspectiva, v. 7, n. 16, 2023.
FERNANDES, L. A. B.; HENNING, C. E. “Existe uma diferença entre ser abandonada… e ser esquecida”: percursos acerca das condições de vivência de travestis trabalhadoras do sexo durante a pandemia da Covid-19. Aceno – Revista de Antropologia do Centro-Oeste, v. 11, n. 25, p. 337-360, jan./abr. 2024. ISSN: 2358-5581.
FERNANDES, L. A. B.; BORGES, Á. A. C.; LOBO, R. P. B. Travestilidade às avessas – a desconstrução de uma paródia identitária. Estudos Feministas, v. 4, p. 473-494, 2017.
FERREIRA, F. F.; RIBEIRO, T. M. S.; BRITO, W. F. Percepção das pessoas trans acerca do acesso ao mercado de trabalho. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde, v. 11, p. e3946-e3946, 2022.
GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
JESUS, J. G. Orientações sobre identidade de gênero: conceitos e termos. Brasília, 2012. Disponível em: https://www.diversidadesexual.com.br/wpcontent/uploads/2013/04/G%C3%8ANERO-CONCEITOS-E-TERMOS.pdf. Acesso em: 21 out. 2024.
JORGE, M. A. C.; TRAVASSOS, N. P. Transexualidade: o corpo entre o sujeito e a ciência. 1. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2018.
KULICK, Don. Travesti: sex, gender and culture among Brazilian transgendered prostitutes. Chicago: The University of Chicago Press, 1998.
LOPES, D. H. A.; SOUZA, L. T.; BOUTH, C. L. A falta de trabalho e renda da população transexual e travesti como danos sociais: reflexões sobre a omissão e a responsabilidade do Estado. REBEH – Revista Brasileira de Estudos da Homocultura, v. 7, e18418, 2024. ISSN 2595-3206.
MACKINNON, C. A. OnlyFans não é uma plataforma segura para "trabalho sexual". É um cafetão. VirtuaJus, Belo Horizonte, v. 9, n. 16, p. 17-22, 1º sem. 2024. ISSN 1678-3425.
MINAYO, M. C. de S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12. ed. São Paulo: Hucitec, 2012.
MISSÉ, Miquel. A la conquista del cuerpo equivocado. Barcelona: Egales, 2018.
MONTEIRO, S.; BRIGEIRO, M.; BARBOSA, R. Saúde e direitos da população trans. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 35, n. 4, p. 1-4, 2019.
NASCIMENTO, L. C. P. Transfeminismo. São Paulo: Jandaíra, 2021.
PASSOS, M. C. A. Pedagogias das travestilidades. E-book. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2022.
PLUMMER, Ken. Cosmopolitan sexualities: hope and the humanist imagination. Cambridge: Polity Press, 2015.
RODRIGUES, J. L. Prostituição e transfobia: intersecções de vulnerabilidade social no Brasil. Goiânia: Editora UFG, 2024.
QUEIROZ, J. S. S. Cidade Amorável(?): negociação da presença de sujeitas trans em um município interiorano do Rio Grande do Norte. 102 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Natal, RN, 2023.
RODRIGUES, J. V. Desemprego e discriminação contra pessoas transexuais no Brasil. 55 f. Monografia (Trabalho de Curso II) – Escola de Direito, Negócios e Comunicação, Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2024.
SILVA, R. B. Violências contra mulheres trans no Brasil: um olhar desde a bioética de intervenção. 132 f. Dissertação (Mestrado em Bioética) – Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade de Brasília, Brasília, 2024.
SPAZIANI, R. B.; MAIA, A. C. B. Educação para a sexualidade e prevenção da violência sexual na infância: concepções de professoras. Revista Psicopedagógica, São Paulo, v. 32, n. 97, p. 61-71, 2015.
VIEIRA, P. A.; COSTA, H. A. L. “No meio do caminho tinha uma pedra”: relato de uma prostituta sobre o não acesso à Universidade. Disponível em: https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/cintedi/2024/TRABALHO_COMPLETO_EV196_MD1_ID6_TB369_09062024171237.pdf. Acesso em: 30 ago. 2024.
WEEKS, Jeffrey. O corpo e a sexualidade. In: LOURO, Guacira Lopes (org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Debates em Educação

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Neste tipo de licença é permitido Compartilhar (copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato) e Adaptar (remixar, transformar, e criar a partir do material). Deverá ser dado o crédito apropriado , prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas . O conteúdo não pdoerá ser utilizado para fins comerciais .
Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional Creative Commons Attribution 4.0 (CC BY-NC 4.0).