O ábaco como recurso didático e tecnológico no ensino da matemática

Autores

DOI:

https://doi.org/10.28998/cdp.v2i2.20845

Palavras-chave:

Educação matemática, Ábaco, Tecnologia

Resumo

Esta pesquisa investiga o uso do ábaco como instrumento pedagógico no ensino de matemática para os anos iniciais do Ensino Fundamental. Diante da disponibilidade de diversos recursos digitais, o estudo questiona como essa tecnologia antiga pode colaborar com o processo de aprendizagem contemporâneo. O objetivo central é compreender o papel de recursos tecnológicos clássicos e identificar as contribuições do ábaco no ensino da matemática. A metodologia adotada é de natureza exploratória e qualitativa, fundamentada em pesquisa bibliográfica. Foram analisados artigos acadêmicos, recursos didáticos e livros de Matemática. Os resultados demonstram que, embora o aprendizado não dependa exclusivamente de materiais concretos, o uso sistemático do ábaco, mediado pelo professor e conectado a situações reais, potencializa a compreensão do sistema de numeração. Conclui-se que a ferramenta, aliada a estratégias metodológicas adequadas, é fundamental para a apropriação do conhecimento matemático e das técnicas operatórias.

Biografia do Autor

Rebeca Pizza Pancotte Darius, Centro Universitário Adventista de São Paulo

Doutora em Educação Escolar (UNESP/Araraquara). Docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação (UNASP).

Karoline Bandeira Pereira, Centro Universitário Adventista de São Paulo

Graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo – UNASP.

Natalia Marchionni de Almeida, Centro Universitário Adventista de São Paulo

Especialista em Educação Especial (Faculdade Dom Alberto). Graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo – UNASP.

Selma Regina de Assis, Centro Universitário Adventista de São Paulo

Graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo.

Referências

BARROS, G. C. B. Tecnologias e Educação: projetos para prática profissional. Curitiba: Inter Saberes, 2017.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.

BRITO, G. S. PURIFICAÇÃO, I. Educação e novas tecnologias: um (re)pensar. Curitiba, Inter Saberes, 2015.

GOOGLE. Gemini. Mountain View: Google, 2026. Disponível em: https://gemini.google.com. Acesso em: 12 mar. 2026.

GUSSO, A. M., AMARAL, A. C. T. do, CASAGRANDE, R. C. de B., CHULEK, V. Ensino Fundamental de nove anos: orientações pedagógicas para os anos iniciais. Curitiba: Secretaria de Estado da Educação, 2010.

KAMII, C. A criança e o número: implicações educacionais da teoria de Piaget para atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. 14. ed. Campinas: Papirus, 1991.

PAIS, L. C. Ensinar e aprender matemática. São Paulo, SP: Autêntica, 2007.

PINTO, Á. V. Conceito de tecnologia. v. 1. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005.

RIZZO, G. Jogos inteligentes: a construção do raciocínio na escola natural. 3. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001.

SAMPAIO, R. C.; SABBATINI, M.; LIMONGI, R. Diretrizes para o uso ético e responsável da Inteligência Artificial Generativa: um guia prático para pesquisadores. São Paulo: Editora Intercom, 2024.

SANTOS, J. C. A. P. Vem voar: Matemática, 2º ano: ensino fundamental, anos iniciais. São Paulo, SP: Sciopione, 2017a.

SANTOS, J. C. A. P. Vem voar: Matemática, 3º ano: ensino fundamental, anos iniciais. São Paulo, SP: Sciopione, 2017b.

SILVA, M. N. P. “Ábaco”. Brasil Escola, 2025. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/abaco.htm. Acesso em 05 mar. 2026.

SOUZA, S. M. O uso do Ábaco no ensino da matemática: Uma experiência na formação em nível médio de docentes. Revista Ensino da Matemática em Debate. São Paulo, v.3, n. 2, p. 1–10, 2016. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/emd/article/view/31635. Acesso em: 5 mar. 2026.

Downloads

Publicado

2026-07-01

Como Citar

Pizza Pancotte Darius, R., Bandeira Pereira, K., Marchionni de Almeida, N., & de Assis, S. R. (2026). O ábaco como recurso didático e tecnológico no ensino da matemática . Cadernos Pedagógicos, 2(2), p.22–40. https://doi.org/10.28998/cdp.v2i2.20845