APONTAMENTOS PARA UMA HISTÓRIA DA HISTORIOGRAFIA DE ALAGOAS
Abstract
Este trabalho tem como objeto de análise a formação do campo historiográfico da história de Alagoas. Para isso, serão analisadas as suas origens, bem como a formação de sua comunidade de pares, a criação e o funcionamento de seu espaço produtor de conhecimento histórico local, e a formação de um corpus documental factualmente positivado.
Downloads
References
ALMEIDA, L S. 2009 [1843]. “Apresentação”. In: Moura, A. J. Opúsculo da Descrição Geográfica Topográfica, Phizica, Política e Histórica, do Que Unicamente Respeita à Província das Alagoas no Império do Brazil. Por Hum Brazileiro. Maceió. Edufal/Cesmac.
ALMEIDA, L. S. 1999. Os Índios nas Falas e Relatórios Provinciais das Alagoas. Maceió, EDUFAL.
ALTAVILA, J. 1976 [1933]. História da Civilização das Alagoas. 6. ed. Maceió, Serviços Gráficos de Alagoas S.A.
BARROS, J. D. 2011. Teoria da História. Petrópolis, Vozes.
BOURDÉ, G.; MARTIN, H. 1983. As Escolas Históricas. Lisboa, Europa-América.
BOURDIEU, P. 2007. A Economia das Trocas Simbólicas. São Paulo, Perspectiva.
BRANDÃO, M. 1909. História de Alagoas, Maceió. Typ e Pautação J. Amorim.
BRANDÃO, T. 2007 [1953]. O Reisado Alagoano. Maceió, Edufal.
CABRAL, J. F D. 1874. “Esboço histórico ácerca da fundação e desenvolvimento da Imprensa nas Alagoas”. In: Revista do Instituto Archeologico e Geographico Alagoano. Maceió, Typ. Jornal das Alagoas, dez, nº 5, pp. 99-109.
CABRAL, J. F. D. 1874. “Noticia Ácerca da Vida do Fundador da Capella do Coqueiro Secco”. Padre Bernardo José Cabral. In: Revista Archeologico e Geographico Alagoano. Maceió, Typ. do Jornal das Alagoas, dez, nº 5, pp. 112-117.
CALLARI, C. R. 2001. “Os Institutos Históricos: do Patronato de D. Pedro II à Construção do Tiradentes”. In: Revista Brasileira de História. São Paulo, v. 21, nº 40, pp. 59-83.
CARDOSO, C. F.; Vainfas, R. 1997. Domínios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. Rio de Janeiro, Campus.
CAROATÁ, J. P. J. S. “Chronica do Penedo”. 1872. In: Revista do Instituto Archeologico e Geographico Alagoano. Maceió, Jornal das Alagoas, nº 1, p. 2-7.
CERTEAU, M. 2013. A Escrita da História. Rio de Janeiro, Forense.
CEZAR, T. A. C. 2004. Lição sobre a escrita da história: historiografia e nação no Brasil do século XIX. Diálogos: revista do Departamento de História da Universidade Estadual de Maringá. PR. vol. 8, n. 1, p. 11-29.
COSTA, A. C. L. 2015. Maceió Medúsica: uma Interpretação Histórica das Imagens da Diáspora de Intelectuais Alagoanos na Literatura – 1930-1940. Maceió, Edufal.
COSTA, C. 1983 [1929]. História das Alagoas: Resumo Didático. Maceió, Serviços Gráficos de Alagoas S.A.
DIÉGUES JÚNIOR, M. 2012 [1949]. O Banguê nas Alagoas: Traços da Influência do Sistema Econômico do Engenho de Açúcar na Vida e na Cultura Regional. Maceió, Edufal.
DUARTE, A. 2010 [1974]. Folclore Negro das Alagoas. Áreas da Cana-de-Açúcar: Pesquisa e Interpretação. Maceió, Edufal.
FICO, C.; Polito, R. 1992. A História no Brasil (1980-1989): elementos para uma Avaliação Historiográfica. Ouro Preto, UFOP.
FONSECA, J. S. 1876. “Origem de Alguns Nomes Patronimicos da Provincia das Alagoas”. In: Revista do Instituto Archeologico e Geographico Alagoano. Maceió, nº 8, pp. 197-199.
ESPÍNDOLA, T. B. 2001 [1871]. Geografia alagoana, ou Descrição física, política e histórica da Província das Alagoas. Maceió, Edições Catavento.
FREITAS, M. C. 1998. Historiografia Brasileira em Perspectiva. São Paulo, Contexto.
GUIMARÃES, M. L. S. 2011. Historiografia e Nação no Brasil: 1838-1857. Rio de Janeiro, EdUERJ.
HARTOG, F. 2003. O Século XIX e a História: O Caso Fustel de Coulanges. Rio de Janeiro, Editora UFRJ.
PROST, A. 2008. Doze lições sobre a história. Belo Horizonte, Autêntica Editora.
Hobsbawm, E. 1990. Nações e Nacionalismo desde 1780: Programa, Mito e Realidade. Rio de Janeiro, Paz e Terra.
HRUBY, H. 2007. Obreiros diligentes e zelosos auxiliando no preparo da grande obra: A História do Brasil no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1889-1912). Porto Alegre.
JORGE, A. A. 1901. “Noticias sobre os povos indigenas que estacionavam no territorio do actual Estado das Alagoas ou costumavam trazer a suas plagas repetidas correrias.” In: Revista do Instituto Archeologico e Geographico Alagoano. Maceió, Typ. T. de Menezes & Filho, vol. 3, nº 1, pp. 67-84.
LAPA, J. R. A. 1985. HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA: BRASIL PÓS 64. Rio de Janeiro, Paz e Terra.
LEITE E OITICICA. 1915. “Memorial Biographico do Commendador José Rodrigues Leite Pitanga – Primeiro Período (1822 – 1832)”. In: Revista do Instituto Archeologico e Geographico Alagoano, Maceió, Typ. da Livraria Fonseca, vol. 6, pp. 140-204.
LINDOSO, D. 1983. A Utopia Armada: Rebeliões de Pobres nas Matas do Tombo Real. Rio de Janeiro, Paz e Terra.
LINDOSO, D. 2005. A Interpretação da Província: Estudos da Cultura Alagoana. Maceió, EDUFAL.
MACIEL, O. B. A. 2004. Filhos do Trabalho, Apóstolos do Socialismo: Os Tipógrafos e a Construção de uma Identidade de Classe em Maceió (1895/1905). Dissertação de Mestrado, História, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Pernambuco.
MALERBA, J. 2006. História Escrita: Teoria e História da Historiografia. São Paulo, Contexto.
MARQUES DA SILVA, E.; CONCEIÇÃO DOS SANTOS, R. M. 2008. A Institucionalização do Ensino Secundário no Império em Alagoas – O Percurso do Liceu Provincial (1849-1900). Trabalho de Conclusão de Curso, Licenciatura em Pedagogia, Centro de Educação da Universidade federal de alagoas.
MELO, A. C.; Silva, F. M.; Altavila, J. L. 2008. Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas: Dados Históricos. Maceió, Imprensa Oficial.
ODALIA, N. 1997. As formas do mesmo: ensaios sobre o pensamento historiografia de Varnhagen e Oliveira Vianna. São Paulo: Fundação Editora da Unesp.
RECENSEAMENTO DO BRAZIL EM 1872 – ALAGÔAS. Rio de Janeiro, Typ. de G. Leuzinger e Filhos, vol. 1, 1876.
REIS, J. C. 1999. As Identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC. Rio de Janeiro. FGV.
RODRIGUES, J. H. 2008 [1978]. História e historiografia. Petrópolis, Vozes.
RODRIGUES, J. H. 1978. A Pesquisa Histórica no Brasil. São Paulo, Ed. Nacional.
RÜSEN, J. 2015. Teoria da história: uma teoria da história como ciência. Curitiba, Editora UFPR.
SANCHEZ, E. C. T. 2003. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro: Um Periódico na Cidade Letrada Brasileira do Século XIX. Dissertação (Mestrado em História), São Paulo.
SANT’ANA (de), M. M. 1984. “Dois Historiadores: Craveiro Costa e Dias Cabral”. In: Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas. Maceió, vol. 39, pp. 98-101.
SANT’ANA (de), M. M. 1987. História da Imprensa em Alagoas. Maceió: Arquivo Público de Alagoas.
SCHWARCZ, L. M. 1993. O Espetáculo das Raças: Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil ‒ 1870-1930. São Paulo, Cia das Letras.
SILVEIRA, D. O. 2008. ‘‘O Passado Está Prenhe do Futuro’’: A Escrita da História no Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul (1920-30). (Dissertação Mestrado História), Porto Alegre.
TAVARES, G. G. 2000. A Trajetória de Uma ‘‘Casa de Saber’’: O Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (1930-1970). Dissertação de Mestrado, Instituto de Geociências, Universidade Estadual de Campinas.
TENÓRIO, D. A. 2009. Metamorfose das Oligarquias. Maceió, Edufal.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
The Caeté Journal of Human Sciences considers that authors retain copyright over their work, but authors must agree to grant the journal the right of first publication. In addition, the author must agree that:
in any publications in institutional repositories, book chapters, or other works resulting from works published in the Caeté Journal of Human Sciences, due credit must be given to the initial publication.
they are authorized to publish and distribute their work online (e.g., in institutional repositories or on their personal page) at any time before or during the editorial process, as this may generate productive changes, as well as increase the impact and citation of the work published by the Caeté Journal of Human Sciences.






Licenciada por