A preservação da memória e a elaboração do passado: uma leitura benjaminiana da ditadura no Brasil

Autores/as

  • Samuel do Nascimento Melo Universidade Federal de Alagoas
  • Cristina Amaro Viana Universidade Federal de Alagoas

Resumen

O presente artigo tem como objetivo discorrer acerca da preservação da memória e da elaboração do passado, enquanto instrumentos políticos importantes no que diz respeito à reparação das violências e injustiças praticadas durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985). A instauração de regimes militares na América Latina, bem como as consequências desses mesmos regimes serão objeto das reflexões a serem realizadas ao longo deste artigo, que focará igualmente no resgate da memória das vítimas da ditadura militar. Para tanto, a linha teórica a ser adotada no presente estará afinada com o viés benjaminiano da memória. Assim, nossa pretensão é promover uma discussão que leve em consideração o ponto de vista dos oprimidos e exponha as estratégias de esquecimento urdidas pelo regime militar para apagar os vestígios do passado. Nossa investigação também terá como intuito compreender os efeitos das políticas de esquecimento promovidas pelo regime aludido no momento presente.

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Biografía del autor/a

Samuel do Nascimento Melo, Universidade Federal de Alagoas

Graduado e Mestre em Filosofia pela UFAL. Autor da dissertação de mestrado intitulada “A preservação da memória e a crítica do esquecimento em Walter Benjamin” (UFAL, Maceió, 2025).

Cristina Amaro Viana, Universidade Federal de Alagoas

Professora do curso de Filosofia da UFAL. Orientadora da dissertação de mestrado de Samuel do Nascimento Melo (UFAL, Maceió, 2025).

Publicado

2026-07-10