Casos de Ansiedad y Depresión en Profesionales de la Salud Durante la Pandemia de Covid-19: Una Revisión Integrativa

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.20952/jrks3113261

Resumen

Introducción: La aparición de una enfermedad súbita con alto riesgo de muerte, conlleva un gran aumento de la presión psicológica sobre los profesionales sanitarios. Por lo tanto, es fundamental profundizar en el impacto de la pandemia de COVID-19 y los cambios en la salud mental de los profesionales de la salud, así como tener conocimiento sobre los determinantes sociales que conducen a una mayor vulnerabilidad en enfermedad mental en este grupo particular. Metodología: Las búsquedas se realizaron entre los meses de julio, agosto y septiembre del año 2021, y las bases de datos consultadas fueron LILACS vía Biblioteca Virtual en Salud (BVS), MEDLINE vía PubMed y Scielo. Inicialmente se encontraron 20 artículos en LILACS, 817 en MEDLINE y 29 en Scielo. Resultados: Se observó una mayor prevalencia de ansiedad y depresión en mujeres en comparación con hombres, identificada en todos los grupos de edad analizados, así como en todos los continentes estudiados. Discusión: Los profesionales de la salud durante la epidemia de COVID-19 presentaron altos índices de ansiedad y depresión. Por lo tanto, la presencia de estos síntomas sugiere que deben tratar con angustia psicológica y están en riesgo de sobrecarga psíquica. Conclusión: la larga duración de la pandemia ha expuesto a los trabajadores sanitarios de primera línea a una tensión sin precedentes. La carga de trabajo excesiva y prolongada, el aislamiento, la incertidumbre sobre las medidas de seguridad, eventualmente resultaron en una angustia generalizada que provocó varios signos de deterioro de la salud mental.

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Biografía del autor/a

José Divaldo Pimentel de Araújo Júnior, Centro Universitário Tiradentes, Maceió, Alagoas, Brasil.

Introdução: O aparecimento de uma doença súbita com risco elevado de morte, leva a um grande aumento de pressão psicológica em profissionais de saúde. Desse modo, é primordial um aprofundamento maior sobre o impacto da pandemia do COVID-19 e as mudanças na saúde mental dos profissionais da saúde, assim como, ter conhecimento sobre os determinantes sociais que impelem à maior vulnerabilidade no adoecimento mental nesse determinado grupo. Metodologia: As buscas ocorreram entre os meses de julho, agosto e setembro do ano de 2021, e as bases de dados consultadas foram LILACS via Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), MEDLINE via PubMed e Scielo. A princípio, foram encontrados 20 artigos no LILACS, 817 no MEDLINE e 29 no Scielo. Resultados: Foi observado maior prevalência de ansiedade e depressão no sexo feminino em relação ao sexo masculino, identificada em todas as faixas etárias analisadas, bem como em todos os continentes estudados. Discussão: Os profissionais de saúde durante a epidemia de COVID-19 tiveram altas taxas de ansiedade e depressão. Assim, a presença desses sintomas, sugere que eles devem lidar com sofrimento psicológico e estão em risco de sobrecarga psíquica. Conclusão: A longa duração da pandemia expôs os profissionais de saúde da linha de frente a uma tensão sem precedentes. Carga de trabalho excessiva e prolongada, isolamento, incerteza sobre medidas de segurança, acabaram por resultar em angústia generalizada levando a vários sinais de saúde mental prejudicada.

Marcus Aurélio Pinheiro Júnior, Centro Universitário Tiradentes, Maceió, Alagoas, Brasil.

Introdução: O aparecimento de uma doença súbita com risco elevado de morte, leva a um grande aumento de pressão psicológica em profissionais de saúde. Desse modo, é primordial um aprofundamento maior sobre o impacto da pandemia do COVID-19 e as mudanças na saúde mental dos profissionais da saúde, assim como, ter conhecimento sobre os determinantes sociais que impelem à maior vulnerabilidade no adoecimento mental nesse determinado grupo. Metodologia: As buscas ocorreram entre os meses de julho, agosto e setembro do ano de 2021, e as bases de dados consultadas foram LILACS via Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), MEDLINE via PubMed e Scielo. A princípio, foram encontrados 20 artigos no LILACS, 817 no MEDLINE e 29 no Scielo. Resultados: Foi observado maior prevalência de ansiedade e depressão no sexo feminino em relação ao sexo masculino, identificada em todas as faixas etárias analisadas, bem como em todos os continentes estudados. Discussão: Os profissionais de saúde durante a epidemia de COVID-19 tiveram altas taxas de ansiedade e depressão. Assim, a presença desses sintomas, sugere que eles devem lidar com sofrimento psicológico e estão em risco de sobrecarga psíquica. Conclusão: A longa duração da pandemia expôs os profissionais de saúde da linha de frente a uma tensão sem precedentes. Carga de trabalho excessiva e prolongada, isolamento, incerteza sobre medidas de segurança, acabaram por resultar em angústia generalizada levando a vários sinais de saúde mental prejudicada.

Renan Remaeh Rocca, Centro Universitário Tiradentes, Maceió, Alagoas, Brasil.

Introdução: O aparecimento de uma doença súbita com risco elevado de morte, leva a um grande aumento de pressão psicológica em profissionais de saúde. Desse modo, é primordial um aprofundamento maior sobre o impacto da pandemia do COVID-19 e as mudanças na saúde mental dos profissionais da saúde, assim como, ter conhecimento sobre os determinantes sociais que impelem à maior vulnerabilidade no adoecimento mental nesse determinado grupo. Metodologia: As buscas ocorreram entre os meses de julho, agosto e setembro do ano de 2021, e as bases de dados consultadas foram LILACS via Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), MEDLINE via PubMed e Scielo. A princípio, foram encontrados 20 artigos no LILACS, 817 no MEDLINE e 29 no Scielo. Resultados: Foi observado maior prevalência de ansiedade e depressão no sexo feminino em relação ao sexo masculino, identificada em todas as faixas etárias analisadas, bem como em todos os continentes estudados. Discussão: Os profissionais de saúde durante a epidemia de COVID-19 tiveram altas taxas de ansiedade e depressão. Assim, a presença desses sintomas, sugere que eles devem lidar com sofrimento psicológico e estão em risco de sobrecarga psíquica. Conclusão: A longa duração da pandemia expôs os profissionais de saúde da linha de frente a uma tensão sem precedentes. Carga de trabalho excessiva e prolongada, isolamento, incerteza sobre medidas de segurança, acabaram por resultar em angústia generalizada levando a vários sinais de saúde mental prejudicada.

Publicado

2022-02-04

Número

Sección

Health Sciences