Del Fascismo Clásico al Neofascismo Brasileño
DOI:
https://doi.org/10.28998/2175-6600.2026v18n40.19907Palabras clave:
Fascismo, Neofascismo, Antonio Gramsci, EducaciónResumen
Este trabajo forma parte de una tesis de maestría en Educación y tiene como objetivo demostrar la relación entre el fascismo clásico y el neofascismo en Brasil durante el gobierno de Jair Bolsonaro (2019-2022). La investigación se fundamenta en el materialismo histórico y dialéctico, especialmente en las obras de Karl Marx, Antonio Gramsci y György Lukács, buscando ir más allá de las apariencias para captar la esencia del fenómeno. Mediante una revisión bibliográfica, se analiza la literatura sobre el fascismo, sus disputas filosóficas, políticas e ideológicas, estableciendo conexiones entre el fascismo de las décadas de 1920-1940 —notadamente en Italia y Alemania— y el neofascismo contemporáneo. Se identifica que, aunque el neofascismo adopta una nueva apariencia, mantiene características centrales como el anticomunismo, la exaltación de un pasado idealizado y el ataque a grupos históricamente marginados, como mujeres, afrodescendientes e indígenas. Se concluye que el fascismo no es un fenómeno restringido al siglo XX, sino una manifestación recurrente del sistema capitalista en momentos de crisis, tal como ya señalaba Gramsci, resurgiendo como una "guardián" del capital, adaptándose a los nuevos contextos sin perder su esencia autoritaria y excluyente.
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