Autonarrativas y cognición: un enfoque a la luz del paradigma de la complejidad

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.28998/2175-6600.2026v18n40.18976

Palabras clave:

Cognición, Autonarrativas, Ontoepistemogénesis, Paradigma de la complejidad, Autopoiesis

Resumen

Este artículo aborda reflexiones sobre prácticas didácticas autopoiéticas aplicadas a estudiantes de posgrado y reflexionadas a la luz del Paradigma de la Complejidad, que reúne las dimensiones de la realidad. Desde esta perspectiva, no hay separación entre sujeto y objeto. Esto conduce a una epistemología de la autoexperiencia. Para demostrar este proceso cognitivo-subjetivo, nuestro Grupo de Investigación (GAIA) acuñó el concepto-principio de Ontoepistemogénesis, que muestra que conocer y vivir emergen juntos en el vivir. Nuestra principal referencia teórica es la Teoría de la Biología de la Cognición de H. Maturana y F. Varela. Varela con el supuesto básico de que los seres vivos son autopoiéticos, se producen a sí mismos.

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Biografía del autor/a

Nize Maria Campos Pellanda, Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA)

Possui graduação em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1962), mestrado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1986), doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992) e Doutorado-Sanduiche em Educação - Miami University, Ohio (1992). Fez pós-doutorado na UMINHO onde atuou, como pesquisadora colaboradora no projeto de pesquisa Educação, luto e sofrimento do IE coordenado pela dra. Clara Oliveira. Também na UMINHO fez dois estágios Sénior em Tecnologias Assistivas sob a coordenação da Dra. Lia Oliveira.Integra como pesquisadora na equipe da Dra. Lia Oliveira o Grupo de Pesquisa TEAcomplex. Atualmente é docente e pesquisadora do Programa de Pós-graduação em Cognição, Tecnologias e Instituições da UFERSA e coordenadora do grupo de pesquisa GAIA (Grupo de Ações e Investigações Autopoiéticas) responsável, nesse momento pelo projeto "Na ponta dos dedos: uma plataforma digital complexa para abordagem do autismo" financiado pelo CNPq (Edital Pró-Humanas- Inovações Tecnológicas para impacto em zonas vulneráveis ). Suas áreas de interesse são: Epistemologia da Complexidade, abordagem complexa do autismo e tecnologias autopoiéticas (Laboratório de Si). É bolsista DTI do CNPq 

Maria de Fatima de Lima das Chagas, Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA)

Professora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA, Campus Angicos. Professora e coordenadora do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Cognição, Tecnologias e Instituições - PPGCTI (Mestrado). Doutora em Educação pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), com Estágio Científico Avançado (Doutorado Sanduíche) no Instituto de Educação na Universidade do Minho em Portugal, com bolsa CAPES código de financiamento 001. Doutora em Ciências da Educação, na especialidade Tecnologia Educativa, em regime de cotutela entre a Universidade do Minho (Portugal) e a Universidade de Santa Cruz do Sul - UNISC. Mestrado interdisciplinar em Ambiente, Tecnologia e Sociedade pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Especialista em Tecnologia em Educação (PUC/Rio) e em Psicopedagogia (FVJ - CE). Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Participa dos grupos de pesquisa: - Linguagem, Cognição e Tecnologias - UFERSA; EDUCLIN - Grupo de Pesquisa e Extensão em Educação da Infância, Cultura, Currículo e Linguagem e do GAIA (Grupo de ações e Investigações Autopoiéticas) - UFERSA; TEA COMPLEX - UMINHO/Portugal. Bolsista DTI CNPq - projeto com financiamento: Chamada n 40/2022 - Linha 2B - Projetos em Rede - Impacto das novas tecnologias nas atividades humanas. Interesses de pesquisa: Educação Básica; Formação de Professores; Alfabetização; Aprendizagem em rede; Interação Humano Computador. 

Karla Rosane do Amaral Demoly, Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA

Professora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA, vinculada ao Centro de Ciências Sociais Aplicadas e Humanas. Coordenadora do Programa que integra pesquisa e extensão Oficinando em Rede de Mossoró: linguagens, artes e tecnologias na promoção da aprendizagem e do cuidado em educação e em saúde mental. Docente do Programa de Pós Graduação Stricto Sensu - Mestrado Acadêmico Interdisciplinar em Cognição, Tecnologias e Instituições da UFERSA. Coordenadora do PPGCTI nos períodos (2016-2018), (2020-2024). O percurso de formação acadêmica compreende a Graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1988), Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1995), Doutorado em Informática na Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2008) sob orientação da Prof Dr Cleci Maraschin e doutorado sanduíche em Antropologia da Escritura realizado na École des Hautes Études en Sciences Sociales em Paris França / EHESS (2006-2007). Os projetos atuais se organizam em torno dos seguintes temas: atos de escrita e exercício de autoria; tecnologias, educação e saúde mental, efetividade de políticas públicas em educação. Dirigente do grupo de pesquisa Linguagens, Cognição e Tecnologias no CNPQ cujos estudos giram em torno do conceito de atos de linguagem como modo de produção de si e das circunstâncias que configuram formas de conhecer e viver. Integrante de redes de pesquisa, como a Equipe do Laboratoire Anthropologie de l'Écriture dirigida pela Dra. Béatrice Fraenkel na École des Hautes Études en Sciences Sociales que se dedica na configuração do campo de estudos das práticas de escrita em contextos diversos; do Grupo de Pesquisa GAIA - Grupo de Ações e Investigações Autopoiéticas UFERSA, dirigido pela Prof Dr Nize Maria Campos Pellanda e do Grupo de Pesquisa Engenharia de Software UFERSA, Linha de Pesquisa Informática na Saúde (eHealth), dirigido pelo Prof. Dr. Francisco Milton Mendes Neto.

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Publicado

2026-07-22

Cómo citar

PELLANDA, Nize Maria Campos; CHAGAS, Maria de Fatima de Lima das; DEMOLY, Karla Rosane do Amaral. Autonarrativas y cognición: un enfoque a la luz del paradigma de la complejidad. Debates em Educação, [S. l.], v. 18, n. 40, p. 1–14, 2026. DOI: 10.28998/2175-6600.2026v18n40.18976. Disponível em: https://periodicos.ufal.br/debateseducacao/article/view/18976. Acesso em: 26 jul. 2026.

Número

Sección

Artigos