Why the elderly learn: reflections on meanings and pedagogical practices of learning in aging

Authors

DOI:

https://doi.org/10.28998/2175-6600.2026v18n40.20561

Keywords:

aging, learning, neuroeducation, ageism

Abstract

The article analyzes the learning process in old age, questioning the meanings and pedagogical practices in the face of contemporary population aging. The general objective is to investigate the learning of elderly people based on the articulation between neuroeducation and Freirean critical pedagogy. Methodologically, it is characterized as qualitative research, at an exploratory and descriptive level, carried out through a narrative literature review and dialectical analysis of classic works, scientific articles, and institutional documents. Results and discussions show that brain plasticity and cognitive reserve allow for the continuity of learning throughout life, overcoming reductionist views that associate old age with inevitable decline. It highlights the importance of non-formal educational spaces for the resignification of identity and the strengthening of social bonds through the appreciation of "knowledge made of experience." It concludes that the education of the elderly must be based on dialogue and emancipation, acting as a permanent right and an essential tool in confronting ageism. The integration between biological and socio-pedagogical contributions qualifies the elderly as historical and knowing subjects, promoting dignified and participatory aging.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

Francisco Jahannes dos Santos Rodrigues, Centro Universitário Ateneu (UniAteneu)

Doutor em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará - UFC (2019). Mestrado em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará - UFC (2013). Pedagogo formado na Universidade Federal do Ceará (2010). Professor do curso de Pedagogia do Centro Universitário Ateneu (UniAteneu). Experiência em Coordenação de curso de graduação e em docência do ensino superior nas áreas de Educação em Direitos Humanos e O Fenômeno Religioso e a Formação Humana, através do programa PROPAG realizado pela UFC/Capes. Professor Pedagogo no ensino fundamental da Prefeitura Municipal de Caucaia-CE

Janote Pires Marques, Centro Universitário Ateneu (UniAteneu)

Doutor em Educação (2014) e mestrado em História (2008), ambos pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Licenciatura em História pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Especialização em Neuroeducação (UniAteneu). Professor do Centro Universitário Ateneu (UniAteneu). Professor da Universidade Aberta do Brasil (UAB) / Universidade Estadual do Ceará (UECE), no curso de Licenciatura em História. Professor do Centro Universitário Christus (Unichristus). Tem experiência em formação de professores; ensino à distância; editoração de periódicos científicos; Comitê de Ética em Pesquisa (CEP); pesquisa e ensino nas áreas de História, Educação e Psicologia.

References

ABREU, M. C. Velhice: uma nova paisagem. São Paulo: Ágora, 2017.

ALVES, A. L. F. A neurociência do envelhecimento. 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Ciências Biológica.s) – Instituto de Biologia, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2024.

ANTUNES, M. da C. P.; MACEDO, A C. O papel da educação não formal (de adultos) na promoção do envelhecimento bem-sucedido. Educação e Pesquisa, 47 ,2021.

BERGER, K. S. O desenvolvimento da pessoa. 5.ed. Trad. Dalton Conde de Alencar. Rio de Janeiro: LTC, 2003.

BOSI, E. Memória e sociedade: lembranças de velhos. 3.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

BRASIL. Censo Demográfico 2022. População por idade e sexo de pessoas de 60 anos ou mais de idade. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2023. Disponível em: https://www.jornal3idade.com.br/wp-content/uploads/2023/11/IBGE.pdf Acesso em: 15 dez. 2025.

BRASIL. Lei 10.471/2003. Estatuto da Pessoa Idosa. Diário Oficial da União, Brasília, Distrito Federal, 03 dez. 2003.

BÚFALO, K. S. Aprender na terceira idade: educação permanente e velhice bem-sucedida como promoção da saúde mental do idoso. Revista Kairós Gerontologia, São Paulo, v. 16, n. 3, p. 195-212, jun. 2013.

CONSENZA, R; GUERRA, L. Neurociência e educação: como o cérebro aprende. Artmed: Porto Alegre, 2011.

DEWEY, J. Democracia e educação: introdução à filosofia da educação. Tradução de Anísio Teixeira. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2014.

ERIKSON, E. Infância e sociedade. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1971.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, P. A importância do ato de ler. São Paulo: Cortez, 2001.

GOHN, M. da G. Educação não formal e o educador social. São Paulo: Cortez, 2010.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010a.

GIL, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010b.

HALBWCHS, M. A Memória Coletiva. São Paulo: Centauro, 2006.

KANDEL, E. R. Em busca da memória: o nascimento de uma nova ciência da mente. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009.

KNOWLES, M. S.; HOLTON, E. F.; SWANSON, R. A. The adult learner. 7. ed. Burlington: Elsevier, 2011.

KÖCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação à pesquisa. 34. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2016.

LE GOFF, J. História e Memória. Campinas, SP: Unicamp, 2013.

MARQUES, J.P.; LUNA, G. L. M. Etarismo e saúde mental: reflexões sobre o preconceito contra o envelhecimento e estratégias de enfrentamento. Revista Interdisciplinar de Cuidados e Inovação em Saúde (RICIS), Fortaleza, v. 1, n. 1, p. 1-15, 2025. Disponível em: https://periodicos.uniateneu.edu.br/index.php/RICIS Acesso em: 15 dez. 2025.

MARQUES, J. P. Além da história, a tradição oral: considerando sobre o ensino de história da África na educação. Educação & Formação. Revista do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Estadual do Ceará (UECE), Fortaleza, v. 2, nº 5, maio/ago., 2017, p.164-182. DOI: https://doi.org/10.25053/edufor.v2i5.1929 Acesso em: 15 dez. 2025.

MIRANDA, E. L. dos S; FONSECA, J. R. da. Neurociências e o envelhecimento: expectativas e desafios das pessoas de 40 a 90 anos em relação a aprendizagem. Revista Diálogos Interdisciplinares – GEPFIP, Aquidauana, v. 1, n. 17, fev. 2025. Edição Especial.

NORA, P. Entre memória e história: a problemática dos lugares. Projeto História, São Paulo, n. 10, 1993.

OLIVEIRA, B. et. al. Contribuições da neurociência e da neuropsicologia ao processo de aprendizagem adulta: andragogia. Revista Diálogos Interdisciplinares – GEPFIP, v. 1 n. 7, 2019.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS/ONU). Relatório mundial sobre o idadismo. Washington, DC: 2022.

PAPAGLIA, D. E.; FELDMAN, R. D. Desenvolvimento humano. Trad. Carla Filomeno Pinto Vercesi et.al. 12.ed. Porto Alegre: AMGH, 2013.

PLATÃO. A República. Tradução de Maria Helena da Rocha Pereira. 9. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.

SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: Cortez, 2007.

VAZ, E. C. C. et al. Os desafios do envelhecimento com dignidade frente ao etarismo. In: SEMINÁRIO NACIONAL SERVIÇO SOCIAL, TRABALHO E POLÍTICA SOCIAL, 5., 2024, Florianópolis. Anais [...]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2024.

Published

2026-02-23

How to Cite

RODRIGUES, Francisco Jahannes dos Santos; MARQUES, Janote Pires. Why the elderly learn: reflections on meanings and pedagogical practices of learning in aging. Debates em Educação, [S. l.], v. 18, n. 40, p. 1–21, 2026. DOI: 10.28998/2175-6600.2026v18n40.20561. Disponível em: https://periodicos.ufal.br/debateseducacao/article/view/20561. Acesso em: 6 apr. 2026.

Issue

Section

Artigos