Avaliação dos impactos ambientais no lixão a céu aberto no município de Apuí, Amazonas

Autori

DOI:

https://doi.org/10.28998/contegeo.11i.26.21313

Parole chiave:

Gestão ambiental, gestão de resíduos sólidos, Palavras-chave: Saneamento; Saúde; Lixão; Poder Público.

Abstract

A gestão inadequada de resíduos sólidos urbanos representa um grave problema ambiental e de saúde pública, especialmente na Amazônia. Este artigo avalia os impactos do lixão a céu aberto de Apuí (AM) nas matrizes ambientais, correlacionando a infraestrutura de descarte à qualidade da água do Rio Juma por meio do Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos (IQR) e do Índice de Qualidade da Água (IQA). A metodologia englobou pesquisa quali-quantitativa baseada em vistorias operacionais e campanhas sazonais de monitoramento hídrico, analisando parâmetros físico-químicos e microbiológicos nas estações seca e chuvosa.

A aplicação do IQR resultou na nota 1,7, classificando o lixão como "inadequado" devido a falhas estruturais críticas, como a total ausência de controle de acesso, de impermeabilização do solo e de drenagem de lixiviados, além da presença de catadores atuando em situação de extrema vulnerabilidade. Em relação ao Rio Juma, constatou-se a maior degradação hídrica no período de estiagem, momento em que a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) e o fosfato reativo ultrapassaram os limites estabelecidos pela Resolução CONAMA nº 357/2005. Paradoxalmente, os maiores índices de contaminação orgânica foram detectados a montante do lixão, evidenciando o carreamento prévio de poluentes derivados da pecuária e da piscicultura locais.

No período chuvoso, o efeito natural de diluição elevou a pontuação do IQA para a classificação "Boa" (58 a 59), mascarando temporariamente parte dos impactos hídricos. Conclui-se, portanto, que a disposição irregular atua como uma fonte contínua de degradação, o que reforça a necessidade de encerramento definitivo da área e a transição urgente para soluções ambientais e sanitárias adequadas.

Downloads

I dati di download non sono ancora disponibili.

Biografie autore

André Guimarães Colares, Universidade Federal do Amazonas

Engenheiro florestal e Pós-graduando em Ciências Ambientais pela Universidade Federal do Amazonas

Romário Martins Pereira, Universidade Federal do Amazonas

Mestre em Ciências Ambientais pela Universidade Federal do Amazonas

Rodrigo Henrique Risso Aires Alves, Universidade Federal do Amazonas

Mestre em Ciências Ambientais pela Universidade Federal do Amazonas

Benone Otávio Souza de Oliveira, Universidade Federal do Amazonas

Doutor em Ciências Ambientais

Riferimenti bibliografici

ALFAIA, R. G.; COSTA, A. M.; CAMPOS, J. C. Municipal solid waste in Brazil: a review. Waste Management & Research, London, v. 35, n. 12, p. 1195-1209, 2017.

ALVARES, C. A. et al. Köppen's climate classification map for Brazil. Meteorologische Zeitschrift, v. 22, n. 6, p. 711-728, 2013.

ALVES, R. C. et al. Gerenciamento municipal de resíduos sólidos no Amazonas, Brasil. Research, Society and Development, v. 9, n. 12, e28691211139, 2020.

AMAZONAS. Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM). Amazonas tem um aterro controlado e 61 lixões a céu aberto, diz GT do Saneamento. Manaus: ALEAM, 2018.

AMERICAN PUBLIC HEALTH ASSOCIATION (APHA); AMERICAN WATER WORKS ASSOCIATION (AWWA); WATER ENVIRONMENT FEDERATION (WEF). Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater. 24th ed. Washington, DC: APHA, 2023.

APUÍ. Plano Municipal de Saneamento Básico e de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Município de Apuí, AM. Apuí: [s. n.], 2012.

ARAÚJO, V. S. et al. Lodo de esgoto e suas potencialidades agrícolas. Research, Society and Development, v. 11, n. 3, e14711326200, 2022.

ASSOCIAÇÃO AMAZONENSE DE MUNICÍPIOS – AAM. Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos: Apuí/AM. Manaus, 2012.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE LIMPEZA PÚBLICA E RESÍDUOS ESPECIAIS (ABRELPE). Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil. 2018.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 15849: resíduos sólidos urbanos — aterros sanitários de pequeno porte — diretrizes para localização, projeto, implantação, operação e encerramento. Rio de Janeiro: ABNT, 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RESÍDUOS E MEIO AMBIENTE (ABREMA). Panorama dos resíduos sólidos no Brasil 2023: parte 1. São Paulo: ABREMA, 2024.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RESÍDUO E MEIO AMBIENTE – ABREMA. Brasil destinou 33,3 milhões de toneladas de lixo de forma inadequada em 2022. 2024.

BATISTA, L. F. Avaliação da qualidade da água do Rio Caititu no município de Lábrea. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia Ambiental) – Universidade Federal do Amazonas, Humaitá, 2022.

BENTES, M. F. P. et al. Os impactos ambientais da deposição de resíduos sólidos e a gestão ambiental no município de Iranduba/AM. Research, Society and Development, v. 12, n. 1, e7012137779, 2023.

BORBA, W. F. et al. Análise da qualidade da água de poços de monitoramento em área de disposição de resíduos sólidos urbanos no sul do Brasil. Revista de Geociências do Nordeste, Caicó, v. 7, n. 2, p. 306-316, jul./dez. 2021.

BRASIL. Agência Nacional de Águas (ANA). Superintendência de Planejamento de Recursos Hídricos. Panorama da qualidade das águas superficiais no Brasil. Brasília: ANA, 2017.

BRASIL. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Ibama flagra descarte de 10 mil litros de esgoto bruto em lixão a céu aberto no Amazonas. Brasília: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, 2025.

BRASIL. Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, ano 147, n. 147, p. 3-7, 3 ago. 2010.

BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Resolução nº 357, de 17 de março de 2005. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 18 mar. 2005.

BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Resolução n° 420, de 28 de dezembro de 2009. Diário Oficial da União, Brasília, DF, n. 249, p. 81-84, 30 dez. 2009.

BRASIL. Ministério das Cidades. Diagnóstico do saneamento básico no Brasil: SNIS 2022. Brasília, DF: Ministério das Cidades, 2023.

BRASIL. Ministério das Cidades. Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). Diagnóstico dos serviços de água e esgotos – 2022. Brasília: Ministério das Cidades, 2023.

CAJAS, D. G. Modelagem e simulação computacional das concentrações de oxigênio dissolvido e da demanda bioquímica de oxigênio usando relações cinéticas de Holling. 2021. Dissertação (Mestrado) – Universidade Estadual de Campinas, Limeira, 2021.

COMPANHIA AMBIENTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO (CETESB). Qualidade das águas interiores no Estado de São Paulo 2020. São Paulo: CETESB, 2021.

COMPANHIA AMBIENTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO (CETESB). Inventário estadual de resíduos sólidos urbanos 2022. São Paulo: CETESB, 2022.

ESPINOZA, J. C. et al. Seca que afetou a Amazônia em 2023 causou a maior queda nos níveis dos rios já registrada. Jornal da Unesp, 24 abr. 2024.

ESTEVES, F. A. Fundamentos de limnologia. 3. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2011.

FABRIS, B. T.; JOÃO, J. J.; BORGES, E. M. Quantificação de nitrito em água utilizando um scanner de mesa. Revista Virtual de Química, v. 12, p. 569-582, 2020.

FERNANDES, A. J. D. et al. Avaliação de parâmetros físico-químicos de água dos maciços do Bessa e Intermares/PB. Revista Principia, João Pessoa, n. 36, 2017.

FERREIRA, A. et al. Avaliação socioambiental dos catadores de material reciclável de Capitão Poço/PA. Licuri: Editora Licuri, 2023.

FERREIRA, L. A. et al. Avaliação da qualidade e potabilidade da água subterrânea em áreas rurais no município de Humaitá/AM. Revista Ibero-Americana de Ciências Ambientais, v. 12, p. 721-729, 2021.

FISCH, G.; MARENGO, J. A.; NOBRE, C. A. Uma revisão geral sobre o clima da Amazônia. Acta Amazonica, Manaus, v. 28, n. 2, p. 101-126, 1998.

FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE (FUNASA). Manual de controle da qualidade da água para técnicos que trabalham em ETAs. Brasília: Funasa, 2014.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2007.

GLÓRIA, L. P.; HORN, B. C.; HILGEMANN, M. Avaliação da qualidade da água de bacias hidrográficas por meio do Índice de Qualidade da Água – IQA. Caderno Pedagógico, Lajeado, v. 14, n. 1, p. 103-119, jun. 2017.

GOMES, G. W. da S. Influência do lixão a céu aberto na qualidade da água de um corpo hídrico no distrito de Santo Antônio do Matupi/AM. 2025. TCC – Universidade Federal do Amazonas, Humaitá, 2025.

GUERRA, A. F.; VIDAL, C. M. S.; SOUZA, J. B. Proposta de melhoria de aterro de resíduos sólidos urbanos para um pequeno município. Ciências Agrárias e Ambientais, Curitiba, v. 8, n. 2, p. 191-203, 2010.

GUIMARÃES, G. A. et al. Avaliação das áreas de disposição final dos resíduos sólidos urbanos de Itacoatiara, Amazonas. Fronteiras: Journal of Social, Technological and Environmental Science, v. 12, n. 2, p. 49-62, ago. 2023.

GUIMARÃES, J. R.; NOUR, E. A. A. Tratando nossos esgotos: processos que imitam a natureza. Cadernos Temáticos de Química Nova na Escola, São Paulo, n. 4, p. 19-30, maio 2001.

HIRATA, E. et al. A problemática dos resíduos sólidos urbanos em Tefé, Amazonas. Sociedade & Natureza, Uberlândia, v. 22, n. 2, p. 313-329, 2010.

HUMANN, F. C. et al. Análise de coliformes fecais no Rio Camboriú. Instituto Federal Catarinense – IFC, Camboriú, 2019.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Indicadores de saneamento básico no Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2022.

JESUS, M. H. de. Avaliação do potencial de contaminação de lixões na Bahia – Brasil, utilizando parâmetros do meio físico e de resíduos sólidos urbanos - RSU. 2021. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2021.

JORDÃO, E. P.; PESSÔA, C. A. Tratamento de esgotos domésticos. 6. ed. Rio de Janeiro: ABES, 2011.

LEIRA, M. H. et al. Qualidade da água e seu uso em pisciculturas. Pubvet, v. 11, n. 1, p. 11-17, 2017.

LIMA, A. B. S. N. et al. Avaliação das propriedades físicas e de pH de solo experimental de cultura de cereais na UEFS. Cadernos Macambira, v. 8, n. especial 2, p. 53-53, 2023.

LIMA, P. G. et al. Avaliação de um aterro sanitário por meio do Índice de Qualidade de Resíduos Sólidos. Brazilian Journal of Biosystems Engineering, v. 11, n. 1, p. 88-106, 2017.

LIMA, P. M.; PAULO, P. L. Solid-waste management in the rural area of Brazil: a case study in Quilombola communities. Journal of Material Cycles and Waste Management, v. 20, p. 1583-1593, 2018.

LIRA, J. B. M. L. Avaliação preliminar das concentrações de metais pesados nos sedimentos da Lagoa do Araçá, Recife/PE, Brasil. 2008. Dissertação (Mestrado) – Instituto de Tecnologia de Pernambuco, Recife, 2008.

MAGESWARI, S. et al. Contamination of groundwater quality due to municipal solid waste disposal: a GIS-based study in Perungudi Dump Yard. International Journal of Engineering and Technology, v. 4, p. 952-964, 2017.

MARTINS, J. D.; RIBEIRO, M. F. O consumismo como fator preponderante para o aumento da geração de resíduos sólidos e os impactos ambientais e na saúde pública. Revista de Direito Econômico e Socioambiental, v. 12, p. 123-152, 2021.

MEDEIROS, A. C.; LIMA, M. O.; GUIMARÃES, R. M. Avaliação da qualidade da água de consumo por comunidades ribeirinhas em áreas de exposição a poluentes urbanos e industriais nos municípios de Abaetetuba e Barcarena/PA. Ciência & Saúde Coletiva, v. 21, n. 3, p. 695-708, 2016.

MENEZES, J. M. et al. Índice de qualidade de água: métodos e aplicabilidade. 2010. Tese (Doutorado em Geologia) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010.

MIRANDA, D. et al. Monitoramento de águas subterrâneas: importância para a gestão integrada. Águas Subterrâneas, 2021.

NASCIMENTO, L. S. Análise da qualidade do solo e da água em área de disposição de resíduos sólidos urbanos no município de Lábrea, Amazônia Ocidental, Brasil. 2023. Dissertação (Mestrado em Ciências Ambientais) – Universidade Federal do Amazonas, Humaitá, 2023.

NASCIMENTO, V. et al. Evolução e desafios no gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos no Brasil. Ambiente e Água, v. 19, n. 1, p. 1-15, 2024.

NEITZEL, J.; LINDNER, A. Saneamento ambiental. Indaial: Uniasselvi, 2013.

NISHIMURA, A. S. Avaliação da remoção dos macronutrientes nitrogênio e fósforo de efluente de abatedouro por fitorremediação. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2020.

OLIVEIRA, B. O. S. et al. Avaliação dos solos e das águas nas áreas de influência de disposição de resíduos sólidos urbanos de Humaitá, Amazonas. Engenharia Sanitária e Ambiental, v. 21, n. 3, p. 593-601, 2016.

OLIVEIRA, B. O. S. et al. Integrated municipal and solid waste management in the Amazon: addressing barriers and challenges using the Delphi method. International Journal of Environmental Impacts, v. 4, n. 1, p. 49-61, 2021.

OLIVEIRA, M. O cotidiano dos catadores de materiais recicláveis do lixão de Tabatinga/AM. In: Anais do Congresso IBEAS, 2022.

OMER, N. H. Water quality parameters. In: SUMMERS, K. (ed.). Water quality: science, assessments and policy. London: IntechOpen, 2019.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU). The sustainable development goals report 2019. New York: United Nations, 2019.

PASSOS, A. L.; MUNIZ, D. H. F.; OLIVEIRA FILHO, E. C. de. Critérios para avaliação da qualidade de água no Brasil: um questionamento sobre os parâmetros utilizados. Fronteiras: Journal of Social, Technological and Environmental Science, v. 7, n. 2, p. 290-303, maio/ago. 2018.

PHILIPPI JÚNIOR, A.; ROMÉRO, M. de A.; BRUNA, G. C. (ed.). Curso de gestão ambiental. 2. ed. Barueri: Manole, 2014.

POERSCH, A. C. C. et al. Aspectos históricos da demanda bioquímica de oxigênio (DBO) e métodos alternativos com redução no tempo de análise. Revista Ibero-Americana de Ciências Ambientais, v. 12, n. 6, p. 521-535, 2021.

REIS, N. J. et al. (org.). Geologia e recursos minerais do estado do Amazonas. Manaus: CPRM/CIAMA, 2006.

REIS, R. G.; LEAL, M. L. M. Análise das relações de focos de calor e desflorestamento no município de Lábrea, sul do Amazonas. Revista Brasileira de Meio Ambiente, v. 8, n. 3, 2020.

RODRIGUES, G. S. M. Avaliação do perigo de contaminação do solo em função do sistema de disposição final de resíduos sólidos em valas. 2019. Dissertação (Mestrado) – UNESP, Bauru, 2019.

SANTOS, E. L. N. dos; HENRIQUE, I. N. A ação humana sobre a qualidade das águas na Amazônia Brasileira: uma revisão. RELACult - Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura e Sociedade, v. 11, 2025.

SANTOS, N. M. Avaliação de impactos ambientais do aterro sanitário em Sousa/PB. 2023. TCC – Universidade Federal de Campina Grande, Pombal, 2023.

SILVA, A. C. et al. Análise da qualidade da água subterrânea: estudo de caso na microbacia do igarapé Nazaré (Ji-Paraná-RO). Águas Subterrâneas, Florianópolis, v. 34, n. 4, 2020.

SILVA, L. M. Estudo da correlação entre o oxigênio dissolvido e a matéria orgânica em diferentes ambientes aquáticos da região amazônica. 2012. Dissertação (Mestrado em Química Analítica) – Universidade Federal do Amazonas, Manaus, 2012.

SILVA, M. de O. et al. Indicadores químicos e físicos de qualidade do solo. Brazilian Journal of Development, v. 6, n. 7, p. 47838-47855, 2020.

SILVA, R. et al. Resíduos a céu aberto no Alto Oeste Potiguar: condições de trabalho dos catadores. Revista de Tecnologia e Sociedade, Curitiba, v. 21, n. 1, 2025.

SILVA, R. S. B. da. Estudo da precipitação sazonal na qualidade das águas na área de influência do lixão de Salinópolis/PA. 2016. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Pará, Belém, 2016.

SITUBA, N. S.; LACERDA, K. C. Transporte fluvial e aéreo na Amazônia Legal: um estudo de caso no município de Eirunepé/AM. Geografia (Londrina), v. 29, n. 2, p. 51-68, 2020.

URBAN, R. C. Índice de adequação do gerenciamento de resíduos sólidos urbanos como ferramenta para o planejamento: aplicação no estado de São Paulo. Engenharia Sanitária e Ambiental, 2015.

VALENTE, B. S. et al. Impactos ambientais dos resíduos sólidos no município de Pelotas/RS: um olhar fotográfico. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, v. 20, n. 1, p. 97-104, 2016.

VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 4. ed. Belo Horizonte: DESA/UFMG, 2014.

VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Belo Horizonte: DESA/UFMG, 2007. v. 5.

Pubblicato

2026-10-27

Come citare

Guimarães Colares, A., Martins Pereira, R., Henrique Risso Aires Alves, R., & Otávio Souza de Oliveira, B. (2026). Avaliação dos impactos ambientais no lixão a céu aberto no município de Apuí, Amazonas. Revista Contexto Geográfico, 11(26), 126 – 144 (e. https://doi.org/10.28998/contegeo.11i.26.21313