Feiras livres e relações socioespaciais: uma análise teórica sobre o comércio no espaço urbano brasileiro

Auteurs-es

DOI :

https://doi.org/10.28998/contegeo.11i.26.20776

Mots-clés :

Cidade, Comércio, Feiras livres, Brasil

Résumé

O objetivo deste trabalho é analisar o papel geográfico das feiras livres no Brasil, com ênfase em suas dimensões econômicas, territoriais e sociais no contexto das dinâmicas urbanas. Para tanto, adotou-se como procedimento metodológico a revisão bibliográfica, fundamentada em autores como Garcia (1992), Costa e Cleps (2003), Mascarenhas e Dolzani (2008), Guimarães (2010), Vasconcelos Filho (2016), Oliveira e Lima (2017), Romcy, Molino e Agra (2021) e Rover, Pugas e Souza (2022). A pesquisa foi desenvolvida por meio da leitura de livros e artigos científicos disponíveis em bibliotecas virtuais, utilizando os descritores:  feiras livres, comércio urbano, abastecimento alimentar, economia local, agricultura familiar, cidade e mercado. Considera-se que, no contexto brasileiro, as feiras livres desempenham papel fundamental na articulação entre produção e consumo, especialmente no fortalecimento da agricultura familiar e dos circuitos curtos de comercialização, além de se configurarem como espaços relevantes de sociabilidade, identidade cultural e organização socioespacial das cidades.

Téléchargements

Les données relatives au téléchargement ne sont pas encore disponibles.

Bibliographies de l'auteur-e

Karine Cássia Queiroz Silva, Universidade Estadual de Montes Claros

Sou licenciada em Geografia pela Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES), com graduação concluída em 2020, e mestra em Geografia pela mesma instituição (2024). Durante a formação, participei do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) entre 2014 e 2017 e da Residência Pedagógica entre 2018 e 2019. Atuei como professora de Geografia na Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) e atualmente sou aluna regular do doutorado em Geografia no Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO/UNIMONTES). Desenvolvo pesquisas nas áreas de Geografia Econômica, Geografia Cultural, Geografia Urbana e Educação.

Vanessa Tamiris Rodrigues Rocha, Universidade Estadual de Montes Claros

Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGEO) da Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES) (2025). Bolsista FAPEMIG, doutoranda (2025). Mestra em Geografia pelo PPGEO/Unimontes (2023-2025). Bolsista CAPES, mestranda (2023-2025). Bolsista FAPEMIG, pesquisadora (2025-2025). Aprovada no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), da Unimontes (2022). Graduada em Geografia - licenciatura pela Unimontes (2018-2022). Bolsista do Programa Residência Pedagógica (RP) (2020-2022). Bolsista voluntária de Iniciação Científica no Laboratório de Geografia Econômica do Departamento de Geociências da Unimontes (2021-2022).

Carlos Alexandre de Bortolo, Universidade Estadual de Montes Claros

Professor efetivo no Departamento de Geociências da Universidade Estadual de Montes Claros. Coordenador do Programa de Pós Graduação em Geografia - PPGEO UNIMONTES Mestrado e Doutorado, Bienio 2025 - 2026, esteve como coordenador adjunto do PPGEO no ano de 2024. Esteve como Pró-Reitor Adjunto de Pós Graduação da Universidade Estadual de Montes Claros entre 2019 à 2023 e também, Chefe do Departamento de Geociências na mesma universidade entre Fevereiro de 2018 a Março de 2019. Esteve como Coordenador didático do curso de Geografia ofertado pela Universidade Aberta do Brasil - UAB - no CEAD - Centro de Educação a distância locado no campus sede da Unimontes e demais polos de 2018 à Setembro de 2025.É Doutor em Geografia pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Estadual de Maringá (UEM), foi bolsista Capes nível de Doutorado fazendo parte do Grupo de pesquisa Espaços Metropolitanos. Mestre em Geografia pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia Dinâmica Espaço Ambiental da UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA (UEL). Graduado no curso de Licenciatura (2008) e Bacharelado (2011) em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho na Faculdade de Ciências e Tecnologia -UNESP, Campus de Presidente Prudente -SP. Foi Bolsista de iniciação científica do Cnpq (2007-2008). Representante da comissão de eventos da AGB Seção Local de Presidente Prudente-SP. Além disso, também é participante das discussões do GAsPERR (Grupo de Pesquisa Produção do Espaço e Redefinições Regionais) e parecerista da Revista Geografia em Atos da Faculdade de Ciências e Tecnologia FCT/UNESP do Departamento de Geografia e também do Boletim de Geografia da Universidade Estadual de Maringá - UEM. Ministrou disciplinas na área de Ensino de Geografia, Fundamentos e Teorias do Ensino de Geografia, Educação ambiental e Metodologia aplicada a pesquisa científica na Uninorte - Faculdade Norte Paranaense em Londrina - PR. Orientando trabalhos científicos de conclusão de curso nas áreas que coadunam as questões espaciais e ambientais no que concerne o Ensino de Geografia e o Meio Ambiente no curso de Pedagogia. Atualmente é Professor Adjunto efetivo no Departamento de Geociências no Centro de Ciências Humanas da Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES - MG, membro efetivo do Programa de Pós Graduação em Geografia - Mestrado - PPGEO da Unimontes. 

Luiz Andrei Gonçalves Pereira, Universidade Estadual de Montes Claros

Doutor em Geografia pela Universidade Federal de Uberlândia - UFU. Mestre em Desenvolvimento Social pela Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES. Graduado em Geografia pela Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES. Professor do Departamento de Geociências e do Programa de Pós-Graduação em Geografia - PPGEO. Tenho experiência em pesquisa e em ensino na área de Geografia e afins, com ênfase em Geografia Econômica, Geografia dos Transportes, Geografia do Comércio Internacional, Geografia da Indústria, Geografia da Energia e Geografia de Telecomunicações. Atuação, principalmente, nos temas: infraestrutura econômica, logística, logística de transportes, comércio internacional: exportações e importações de mercadorias, atividades industriais e agroindustriais. Atua como Editor Chefe da Revista Cerrados (UNIMONTES), coordenador do Laboratório de Geografia Econômica (Unimontes) e membro da Rede Latino-Americana de Espaço e Economia ( RELAEE). Sou membro da Comissão de Internacionalização da Universidade Estadual de Montes Claros. Oriento projetos em temáticas da Geografia Econômica nos cursos de Graduação (TCC e Iniciação Científica) e de Pós-Graduação em Geografia (Unimontes). Participei de pesquisas e publiquei artigos em periódicos, livros e eventos científicos da área de Geografia e afins. Sou bolsista do Programa de Bolsa de Incentivo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Tecnológico para o Pesquisador Público Estadual - BIPDT (2024-2025).

Références

ALLIX, A. The Geography of Fairs: Illustrated by Old-World Examples. GeographicalReview, [S./l.], v. 12, n. 4, p. 532-569, 1922.

ALMEIDA, M. R. S.; MALVEZZI, F. de A. Caracterização da Agricultura Familiar no Município de Benjamin Constant: Uma Análise com os Agricultores Familiares da Estrada do Umarizal. Disponível em: http://repositorio.ifam.edu.br/jspui/handle/4321/912. Acesso em: 28 abr. 2024.

AMORIM, C. R. G. de. O Sagrado da Feira Livre do bairro Vila Nova em São Mateus: um estudo sobre o perfil de feirantes e fregueses. São Mateus - ES, 2015. 289f. Dissertação (Mestrado Profissional em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Regional) – Faculdade Vale do Cricaré, São Mateus - ES, 2015.

BARBOSA, A. C. da S. Riqueza que mexe com os sentidos: feira livre de Senhor do Bonfim. Salvador, 2013. Dissertação (Pós-Graduação em Cultura e Sociedade) – Universidade Federal da Bahia, Bahia, 2013.

BRANCO, L. C. A. C. A feira livre de porto nacional - TO: espaço de comercialização, socialização e resgate cultural. 2016. (Artigo de Graduação) - Curso de Geografia - Universidade Federal do Tocantins, Porto Nacional, 2016.

BRASIL. Decreto nº 1.946, de 28 de junho de 1996. Cria o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – PRONAF, e dá outras providencias. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d1946.htm. Acesso em: 11 mar. 2026.

CARDOSO, L. J. P. Feiras de bairro como campo de trabalho e renda para agricultores familiares em Cruz das Almas. 36f. Trabalho de Conclusão de Curso (Tecnologia em Gestão de Cooperativas do Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas) - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Cruz das Almas, 2019.

CARLOS, A. F. A. Espaço Urbano. São Paulo: Labur Edições, 2007, 184 p.

CHAVANTE, B. S. de O.; BUENAVENTURA, I.; SOUZA, R. da P.; SILVA, T. F. do A.; FREITAS, C. G. de; VASCONCELOS, J. C. Circuito curto de comercialização de alimentos orgânicos: "encurtando caminhos entre produtores e consumidores". In: Projeto "Encurtando caminhos": circuitos curtos de comercialização CCC para o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar no Nordeste Paraense. Castanhal: IFPA, 2019. 20 p.

CLEPS, G. D. G. O comércio e a cidade: novas territorialidades urbanas. Sociedade & Natureza, [S. l.], v. 30, 2006. DOI: 10.14393/SN-v16-2004-9183 . Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/sociedadenatureza/article/view/9183. Acesso em: 11 mar. 2026.

COÊLHO, J. D. Feiras livres de Cascavel e Ocara: caracterização, análise de renda e formas de governança dos feirantes. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2009.

CORRÊA, R. L. Área Central – mudanças e permanências: uma retrospectiva. In: Anais – IX Simpósio Nacional de Geografia Urbana. Cidades: Territorialidade, sustentabilidade e demandas sociais. Manaus, 2005.

_____. O espaço urbano. 3ª ed. São Paulo: Editora Ática, 1995.

COSTA, A. F.; CLEPS, G. D. G. A inserção da feira-livre no espaço urbano de Uberaba-MG. In: II Simpósio Regional de Geografia "Perspectivas para o Cerrado no século XXI". Universidade Federal de Uberlândia - Instituto de Geografia, 26 a 29 de novembro de 2003.

CRUZ, M. S. da. Do campo para a cidade: estudo sobre feiras livres, abastecimento urbano e comercialização da agricultura familiar no Alto Jequitinhonha. Dissertação (Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Sociedade, Ambiente e Território) - Universidade Federal de Minas Gerais e Universidade Estadual de Montes Claros, 2019.

CRUZ, M. S. da; SCHNEIDER, S. Feiras alimentares e mercados territoriais: a estrutura e o funcionamento das instituições de ordenamento das trocas locais. Raízes. Revista de Ciências Sociais e Econômicas, v. 42, n. 1, 2022, p. 93-113. Disponível em: https://raizes.revistas.ufcg.edu.br/index.php/raizes/article/view/769. Acesso em: 11 mar. 2026.

JESUS, G. M. de. Modernidade Urbana e Flexibilidade Tropical: as Feiras livres na cidade do Rio de Janeiro (1904-1934). Geo UERJ, Rio de Janeiro, n. 2, p. 29–42, 2016. Disponível em: https://www.e-publicacoes.uerj.br/geouerj/article/view/21760. Acesso em: 12 mar. 2026.

DUFUMIER, M. Projetos de desenvolvimento agrícola: manual para especialistas. Tradução Vitor de Athayde Couto. 2. ed. Salvador BA: EDUFA, 2010. 326 p.

FREIRE, A. L. O. O desenvolvimento do comércio e a produção do espaço urbano. GeoTextos, [S. l.], v. 6, n. 2, 2011. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/geotextos/article/view/4829. Acesso em: 11 mar. 2026.

GARCIA, M. F. O segundo sexo do comércio: camponesas e negócio no Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 7, n. 19, 1992. Disponível em: https://urbandatabrasil.fflch.usp.br/producoes-em-periodicos-cientificos/o-segundo-sexo-do-comercio-camponesas-e-negocio-no-nordeste-do. Acesso em: 12 mar. 2026.

GIANNECHINI, L. M.; AZEVEDO, M. M. S.; BOTELHO, R. A. Feira livre também é cultura! – Feiras livres como espaços de intensa sociabilidade na cidade de São Paulo. São Paulo: Departamento de Antropologia, FFLCH-USP, 2007.

GONÇALVES, A. O.; ABDALA, M. C. Na banca do ‘seu’ Pedro é tudo mais gostoso: pessoalidade e sociabilidade na feira-livre, Ponto Urbe [Online], v. 12, 2013. Disponível em: http://journals.openedition.org/pontourbe/528. Acesso em: 11 mar. 2026.

GUIMARÃES, C. A. A feira livre na celebração da cultura popular. Biblioteca Latino-Americana de Cultura e Comunicação, v. 1, n. 1, 2010. Disponível em: https://celacc.eca.usp.br/sites/default/files/tcc/140-481-1-PB.pdf. Acesso em: 11 mar. 2026.

HUBERMAN, L. História da Riqueza do Homem. Rio de Janeiro: ZAHAR Editores, 1976.

JAYO, M.; CALDAS, E. L.; Ação coletiva e desenvolvimento local: o caso de Poço Verde. Revista Brasileira de Casos de Ensino em Administração, v. 2, p. 8, 2012. Disponível em: https://periodicos.fgv.br/gvcasos/article/view/4054. Acesso em: 12 mar. 2026.

LACERDA, F. R.; MENDES, G. F. A feira como lugar de memória: imagem, patrimônio e tradição na produção do espaço geográfico. Para Onde!?, v. 12, n. 1, Porto Alegre, 2019, p. 141-154, 2019.

LIMA, A. E. F.; SAMPAIO, J. L. F. Aspectos da formação espacial da feira-livre de Abaiara - Ceará: relações e trocas. In: Anais do XIX Encontro Nacional de Geografia Agrária, São Paulo, 2009, p. 1-19.

MASCARENHAS, G.; DOLZANI, M. C. S. Feira livre: Territorialidade popular e cultura na metrópole contemporânea, Ateliê Geográfico, v. 2, n. 2, p. 72–87, 2008. DOI: 10.5216/ag.v2i2.4710. Disponível em: https://revistas.ufg.br/atelie/article/view/4710. Acesso em: 12 mar. 2026.

MASON, J. D. Street Fairs: Social Space, Social Performance. TheatreJournal, [S./l.], v. 48, n. 3, p. 301-319, 1996.

MICHELLON, E.; COSTA, T.; STRÖHER, G. J.; CAMACHO, L. S.; PEREIRA, P. S. Rede de Dinamização das Feiras da Agricultura Familiar – REDIfeira: Uma alternativa para a inclusão socioeconômica das famílias rurais. In: XLVI Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural. Rio Branco: Anais, 2008.

MORAIS, I. R. D.; ARAÚJO, M. A. A. de. Territorialidades e Sociabilidades na Feira Livre da Cidade de Caicó (RN). In: Caminhos de Geografia 23 (17) 244 - 249, 2006.

OLIVEIRA, A. D. S.; MAYORGA, M. I. de O. Os impactos da participação do atravessador na economia do setor agrícola: um estudo de caso. In: XLIII SOBER, 2005, Ribeirão Preto - SP. Sociedade brasileira de economia rural, 2005.

OLIVEIRA, M. S. de; LIMA, J. R. O. Feiras Livres: Uma Manifestação Natural e Espontânea de Economia Popular e Solidária. In: XV Semana de Economia e I Encontro de Egressos de Economia, UESB, 2017.

PADILHA, V. Shopping Center – a catedral das mercadorias. São Paulo: Boitempo, 2006.

PEREIRA, M. L. Perspectiva histórica da agricultura familiar no Brasil: abrangência conceitual e alterações legislativas. 2017. 184p. Dissertação (Mestrado em Direito) – Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017.

PIERRI, M. C. Q. M.; VALENTE, A. L. E. F. A feira livre como canal de comercialização de produtos da agricultura familiar. In: Congresso da sober, Brasilia, 2010.

PINTAUDI, S. M. A cidade e as formas de comércio. In.: CARLOS, A. F. A. (org.). Novos caminhos da geografia. São Paulo: Contexto, 2002.

QUEIROZ, T. A. N. de. O Processo de Descentralização e as Novas Centralidades em Natal–RN. Revista Eletrônica de Geografia, Natal-Rn, v. 8, n. 3, p. 105-125, 2011. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/Observatorium/article/view/45310. Acesso em: 11 mar. 2026.

RAMBO, A. G.; POZZEBOM, L.; DENTZ, E. V. Circuitos curtos de comercialização e novos usos do território: considerações sobre o PNAE e as feiras livres. Revista Grifos, v. 46, p. 9-26, 2019. Disponível em: https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/grifos/article/view/4415. Acesso em: 12 mar. 2026.

REIS, L. C. T. dos. Descentralização e desdobramento do núcleo central de negócios na cidade capitalista: estudo comparativo entre Campo Grande e Praia do Canto na Grande Vitória – ES. Tese (Doutorado em Geografia) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2007.

RIBEIRO, E. M. Feiras do Jequitinhonha: mercados, cultura e trabalho de famílias rurais no semi-árido de Minas Gerais. Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2007.

RICOTTO, A. J. Uma rede de produção e comercialização alternativa para a agricultura familiar: O caso das feiras livres de Misiones, Argentina. 2002. 152p. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Rural). Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Rural, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2002.

RODER, E. S. F.; SILVA, E. L. Agricultura familiar e as teses de doutorado no Brasil. Transinformação, v. 25, p. 111-126, 2013. Disponível em: https://www.scielo.br/j/tinf/a/V8JvFVcmdgYgpSjVzWN4dRR/?format=html&lang=pt. Acesso em: 11 mar. 2026.

ROMCY, P. O. de; MOLINO, J. P.; AGRA, Y. dos S.; Silva, W. V. V. da. Território e feira livre em Santana do Ipanema/AL: apontamentos de pesquisa. In: Agroecologia: Métodos e Técnicas para uma Agricultura Sustentável, v. 4, n. 1, p. 121-133, 2021.

ROVER, O. J.; PUGAS, da S. Adevan; SOUZA, M. C. de. Circuitos curtos de comercialização e mecanismos de controle na agricultura orgânica: analisando o potencial de formação de cinturões verdes agroecológicos. Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 16, n. 43 Dez., p. 378–399, 2022. DOI: 10.14393/RCT164316. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/61050. Acesso em: 12 mar. 2026.

SALAMONI, G. Produção familiar: possibilidades e restrições para o desenvolvimento sustentável – o exemplo de Santa Silvana – Pelotas – RS. 2000. 331f. Tisso. (Doutorado em Geografia.). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Rio Claro - SP, 2000

SANTOS, A. M.; MITJA, D. Agricultura familiar e desenvolvimento local: os desafios para a sustentabilidade econômico-ecológica na comunidade de Palmares II, Parauapebas. PA. Interações, v. 13, n. 1, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/inter/a/ZR3nDZyGHJRyztng3NVdX4m/?format=html&lang=pt. Acesso em: 10 mar. 2026.

SCARABELOT, M.; SCHNEIDER, S. As cadeias agroalimentares curtas e desenvolvimento local – um estudo de caso no município de Nova Veneza/SC. Revista Faz Ciência, [S. l.], v. 14, n. 19, p. 101, 2000. DOI: 10.48075/rfc.v14i19.8028. Disponível em: https://e-revista.unioeste.br/index.php/fazciencia/article/view/8028. Acesso em: 12 mar. 2026.

SCHNEIDER, S.; GAZOLLA, M. Cadeias curtas e redes agroalimentares alternativas. In: GAZOLLA, M.; SCHNEIDER, S. (Org.). Cadeias curtas e redes agroalimentares alternativas: negócios e mercados da agricultura familiar. 1ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2017, v. 1, p. 9-25.

SILVA, C. H. C. O tempo e o espaço do comércio 24 horas na metrópole paulista. 2003. 208f. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, 2003.

SILVA, R. R. da.; CLEPS, G. D. G. O comércio, a cidade e a expansão da socioeconômica solidária na Mesorregião Triângulo Mineiro: Alto Paranaíba. Para Onde!?, v. 3, n. 2, 2009. Disponível em: https://www.semanticscholar.org/paper/O-Com%C3%A9rcio%2C-A-Cidade-E-A-Expans%C3%A3o-Da-Socioeconomia-Silva-Cleps/18816af44ecce6b8fa325dd9f25942b0487f2d13. Acesso em: 11 mar. 2026.

SOUZA, J. R. M. de. A agricultura familiar e a problemática com o atravessador no município de Lagoa Seca-PB: Sítios Oití, Santo Antônio, Alvinho e Floriano. 2011. 55f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Universidade Estadual da Paraíba, Campina Grande, 2011.

VARGAS, H. C. Espaço terciário: o lugar, a arquitetura e a imagem do comércio. São Paulo: Senac, 2001.

VASCONCELOS FILHO, J. M. de. A importância da área central e suas contribuições para a compreensão e análise da cidade: em discussão o processo de segregação socioespacial. Revista GeoSertões, v. 1, n. 1, 2016. Disponível em: http://revistas.ufcg.edu.br/cfp/index.php/geosertoes/index. Acesso em 12 mar. 2026.

WANDERLEY, M. de N. D. Raízes históricas do campesinato brasileiro. In: Agricultura familiar: realidades e perspectivas, v. 3, 1999, p. 21-55.

Téléchargements

Publié-e

2026-08-05

Comment citer

Queiroz Silva, K. C., Rodrigues Rocha, V. T., Alexandre de Bortolo, C., & Gonçalves Pereira, L. A. (2026). Feiras livres e relações socioespaciais: uma análise teórica sobre o comércio no espaço urbano brasileiro. Revista Contexto Geográfico, 11(26), 22 – 46 (e. https://doi.org/10.28998/contegeo.11i.26.20776