Urbanization: socio-spatial movements and the emergence of schistosomiasis: reflections on society
DOI:
https://doi.org/10.28998/contegeo.11i.25.19291Palabras clave:
Space hygiene, Urbanization, Schistosomiasis, Geographic distribution of diseases, Socio-spatial movementsResumen
The hygiene of spaces and the search for a healthier life, led researchers to consider the relationship between health, environment, and socio-spatial movements for the proliferation of diseases such as schistosomiasis. The migration of people from one place to another can occur for several reasons, such as the search for better job opportunities, access to health and education services. However, these population movements can impact the geographical distribution of diseases. The scenario of waterborne diseases, due to lack of basic sanitation and migrations, it has been a concern of society and environmental agencies, as they can influence the occurrence of schistosomiasis. This research sought to relate urbanization, socio-spatial movements, sanitation and the emergence of schistosomiasis, a topic that involves social, environmental and public health factors, therefore, the theme needs to be discussed. Bibliographic searches were carried out, using sources such as FIOCRUZ, IBGE, Brazilian Institute of Geography and Statistics. It is concluded that urban expansion in Brazilian cities, mainly in the North of Minas Gerais in recent decades, the arrival of migrants, the lack of public policies regarding basic sanitation infrastructure, ratified the need for attention to problems related to public health, justifying the importance of the article.
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