A fundamentação do ideal de “belo” em Shaftesbury

Autori

Abstract

O objetivo do presente artigo consiste em observar em que medida Shaftesbury pode se assemelhar, ou não, a Plotino principalmente no que diz respeito ao ideal de belo. Assim, pretende-se recorrer às Enéadas de Plotino e notar o quanto elas
se afastam ou se aproximam, especialmente, dos Askhmata e da Inquiry concerning Virtue or Merit. Para isso, será necessário, primeiro, notar que concepção sustenta a noção de belo em cada um dos dois autores; para, segundo, apresentar qual
instância, para cada autor, reconhece o belo e, por fim, comparar este ideal em cada um. Espera-se, com isso, que esse trabalho permita, ainda que em curta medida, servir ao exame das concepções legadas por Cassirer, em 1932, que fundamentaram os estudos acerca da influência de Plotino no autor iluminista.

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Biografia autore

Mariana Dias Pinheiro Santos, UFPR, Brasil

Doutoranda em Filosofia UFPR (Universidade Federal do Paraná). Possui graduação e mestrado em filosofia pela UFS (Universidade Federal de Sergipe), tendo recebido 1º lugar do prêmio ABES XVIII (2025) e Menção Honrosa do prêmio ANPOF (2024) em reconhecimento à excelência acadêmica e à contribuição significativa de sua dissertação, e recebido 1º lugar do PRÊMIO DESTAQUE da UFS (2021) pelo desenvolvimento e apresentação de seu trabalho de Iniciação Científica. É membro da Associação Brasileira de Estudos do Século XVIII (ABES XVIII), da Société internationale d'étude du dix-huitième siècle (SIEDS), do grupo de pesquisa de Ética e Filosofia Política da UFS, e do grupo de pesquisa de Ética e Filosofia Política da UFAL (Universidade Federal de Alagoas). Atualmente dedica-se à pesquisa sobre o ideal de polidez como formadora do caráter cavalheiresco na filosofia das luzes da Grã-Bretanha. Orcid:
https://orcid.org/0000-0002-3921-3164; e-mail: marianadps4ntos@gmail.com.

Pubblicato

2026-07-16