El derecho de los patios lúdicos: sinergias entre sostenibilidad y derecho

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.20952/jrks7120997

Resumen

El presente artículo tiene como objetivo identificar y analizar producciones académicas que abordan, de manera articulada, los quintais brincantes y su relación con los principios del derecho ambiental. El problema de investigación consiste en comprender de qué manera los estudios académicos han discutido las relaciones entre los quintais brincantes y los procesos de desarrollo y las actividades realizadas dentro de los espacios físicos, a partir de los principios del derecho ambiental. Se trata de una investigación cualitativa de carácter exploratorio, con elementos de revisión bibliográfica, realizada a partir de un levantamiento en las bases de datos del Portal Brasileño de Publicaciones y Datos Científicos en Acceso Abierto (Oasisbr) y SciELO Brasil, lo que permitió la selección de trabajos que abordan el tema de forma central. El análisis evidenció una diversidad de enfoques metodológicos, incluyendo estudios de caso, análisis cualitativos y nuevas terminologías que pueden vincularse a los quintais brincantes, revelando la complejidad del campo investigado. Los resultados obtenidos incluyen el análisis de siete artículos que destacan la importancia del contacto con la naturaleza en el desarrollo integral de la infancia, señalando los quintais brincantes como espacios que favorecen las relaciones ser humano–naturaleza, en un contexto contemporáneo marcado por el distanciamiento de la naturaleza y la intensificación del uso de tecnologías. Por último, persisten vacíos en la sistematización conceptual de los diferentes tipos de quintais brincantes, los cuales este estudio busca abordar, tanto en relación con las formas de organización de estos espacios como con sus características físicas específicas. 

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

ALAMDA, E. D.; SOUZA, M. O. (2017). Quintais: memória, resistência e patrimônio biocultural. 1. ed. Belo Horizonte: EdUEMG, Universidade do Estado de Minas Gerais.

ARAÚJO, M. A. (2024). História de vida e formação docente na educação infantil: vivências na e com a natureza.

Dissertação de Mestrado (Programa de Pós-Graduação em Educação), Universidade Municipal de São Caetano do Sul, São Caetano do Sul.

BECK, U. (2019). Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. 2. ed. São Paulo: Editora 34.

BRASIL. (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 5 out. 1988.

COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. (1991). Nosso futuro comum. 2. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas.

FRANÇA, C. C. (2025). A educação ambiental crítica na educação infantil: construção de um quintal brincante. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Pedagogia), Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife.

FRANÇA, M. P. R. (2024). Brincadeiras de quintal: os direitos das crianças e a relação com a natureza na educação infantil. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia), Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal.

MACHADO, P. A. L. (2023). Direito ambiental brasileiro. 30. ed. São Paulo: Malheiros.

MILARÉ, É. (2021). Direito do ambiente. 12. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais.

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. (1991). Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Nosso futuro comum. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getulio Vargas.

PINHO, M. C. C. A. (2023). O arquétipo do brincar: o fio que une a cultura das infâncias. Dissertação de Mestrado (Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade), Universidade do Estado da Bahia, Salvador.

QUINTAIS BRINCANTES. (2022). Quintais Brincantes: sobrevoos por vivências educativas brasileiras. Instituto Alana.

RODRIGUES, C. (2019). Atividades alternativas e meio ambiente. Universidade Federal de Sergipe.

SANTOS, et al. (2025). Introdução ao desenvolvimento sustentável. Brasília: Universidade de Brasília.

SARLET, I. W.; FENSTERSEIFER, T. (2022). Direito constitucional ambiental. 6. ed. São Paulo: Thomson Reuters Brasil.

SILVA, A. F. (2020). Educação ambiental em áreas urbanas: um estudo sobre atuações de grupos socioambientais na cidade de Parintins - AM. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação), Universidade do Estado do Amazonas, Parintins.

SILVA, J. A. (2002). Direito ambiental constitucional. 4. ed. São Paulo: Malheiro.

SILVA, J. M. O. (2025). Ser criança é ter infância: os espaços brincantes e as suas contribuições para as crianças em idade pré-escolar. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia), Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa.

WANZKE, I. R. (2023). Biografias socioambientais cultivadas em hortas familiares em Alta Floresta - Mato Grosso. Tese (Doutorado), Universidade do Vale do Taquari, Lajeado.

ZUNDER, T. H. (2021). A semi-systematic literature review, identifying research opportunities for more sustainable, receiver-led inbound urban logistics flows to large higher education institutions. European Transport Research Review, v. 13, p. 28.

Publicado

2026-05-20

Número

Sección

Human Sciences