ESTIGMA NA VIDA DA PESSOA VIVENDO COM VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA

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Laura Juliana dos Santos Cassiano
Jhully Gabriele de Araujo Pimentel
Ana Márcia Agra Lemos de Carvalho

Resumo

O presente trabalho trata-se de um relato de experiência desenvolvido através da prática vivenciada no campo de estágio supervisionado em Serviço Social da Unidade de Doenças Infecto Contagiosas do Hospital Universitário Professor Alberto Antunes, onde trazemos a reflexão sobre os impactos causados pelos estigmas e discriminação na vida das pessoas que vivem com o Vírus da Imunodeficiência Humana e como podem impactar na adesão ao tratamento. Trazendo reflexões acerca dos estigmas que foram construídos na sociedade desde os primeiros casos desta infecção, que possuíam características e perfis específicos na sua contaminação, destacando ainda o conceito de estigma e o que representa em específico na vida da Pessoa Vivendo com HIV//AIDS. A nossa reflexão parte dos relatos dos usuários atendidos durante o período de estágio supervisionado, fazendo uso de uma escuta qualificada, dentro dos princípios do Sistema Único de Saúde e da Política Nacional de Humanização, pois vimos que de acordo com a perspectiva de um atendimento humanizado é possível criar vínculos, contribuindo assim para a adesão ao tratamento pelos usuários.

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Como Citar
Cassiano, L. J. dos S., Pimentel, J. G. de A., & Carvalho, A. M. A. L. de. (2021). ESTIGMA NA VIDA DA PESSOA VIVENDO COM VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA HUMANA. Gep News, 2(2), 228–237. Recuperado de https://periodicos.ufal.br/gepnews/article/view/12296
Seção
Artigos