PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES PORTADORES DE DIABETES MELLITUS TIPO 1 ATENDIDOS NO AMBULATÓRIO DE ENDOCRINOLOGIA PEDIÁTRICA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES

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Yasmin Cavalcanti Duarte de Oliveira
Luana Macedo de Almeida
Manuela Amaral Almeida Costa
Jairo Calado Cavalcante
Raynara Uchoa Gomes

Resumen

O diabetes mellitus tipo 1 é uma das doenças crônicas mais prevalentes na faixa etária pediátrica. Objetivo: Descrever dados epidemiológicos e clínicos das crianças e adolescentes acompanhados no ambulatório de endocrinologia pediátrica. Métodos: estudo transversal e descritivo considerando os seguintes dados dos prontuários dos pacientes entre fevereiro 2015 e setembro de 2018: sexo, data de nascimento, idade, procedência, idade do diagnóstico, tempo de diagnóstico, presença de comorbidades, tipo de Insulina utilizada, esquema de insulinização (convencional (<3 aplicações/dia sem correção), intensificado (≥3 aplicações/dia com correções), intensivo (≥4 aplicações/dia com correções), dosagem da hemoglobina glicosilada (A1C) (ideal <7,5%, inadequado: razoável entre 7,5 e 10% e ruim >10%) e realização de contagem de carboidratos. Resultados: O total de pacientes foi 49, sendo 42,86% do sexo feminino e a idade mediana foi 11 anos sendo a média de idade no diagnóstico 7anos e 6 meses e tempo médio de doença de 2anos e 8 meses. 71,43% eram procedentes da capital. A maioria (57,1%) não realizava contagem de carboidratos e utilizavam tratamento intensificado, porém as insulinas NPH e Regular foram ainda as mais utilizadas. A mediana de A1C de 41 (83,6%) pacientes na primeira avaliação foi de 9,2, caindo para apenas 16 (32,6%) pacientes que têm uma terceira dosagem de A1C com mediana de 8,9. Conclusão: Percebe-se que mesmo em um serviço de referência no tratamento de crianças diabéticas, com equipe multidisciplinar, a média da A1C está acima da meta. Embora o tratamento insulínico predominante seja intensificado, a monitorizarão domiciliar fica muito aquém da ideal. O desafio do tratamento torna-se ainda maior levando-se em conta que a maioria dos nossos pacientes são adolescentes. Conhecer a população atendida surge então como forma de levantar esforços para avaliar a qualidade do tratamento do diabetes e criar estratégias para promover processos aprimorados de atendimento e assim melhores resultados futuros.

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Cómo citar
Oliveira, Y. C. D. de, Almeida, L. M. de, Costa, M. A. A., Cavalcante, J. C., & Gomes, R. U. (2021). PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES PORTADORES DE DIABETES MELLITUS TIPO 1 ATENDIDOS NO AMBULATÓRIO DE ENDOCRINOLOGIA PEDIÁTRICA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES. Gep News, 2(2), 10–18. Recuperado a partir de https://periodicos.ufal.br/gepnews/article/view/12269
Sección
Artigos